Ineficiência de serviços

Abilio critica empresas e compara demora nas obras do BRT com deficiência na coleta de lixo

Abilio falou que consórcio ‘ignora’ notificações do Governo, assim como empresa de lixo as da prefeitura

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Política

Foto: Michel Alvim/Secom-MT

O prefeito de Cuiabá criticou a demora na implantação do Ônibus de Transporte Rápido (BRT) em Cuiabá, e comparou a situação do Governo do Estado com a da prefeitura no que se refere ao relacionamento com as empresas de prestação de serviço.

Mas também, não posso reclamar muito, porque aqui no município as empresas também parecem não levar a sério”, declarou.

O rítmo das obras do BRT tem criado amplo descontentamento, mas o mais indignado é o próprio governador Mauro Mendes (União), que já afirmou que tem “cobrado, apertado e notificado” o Consórcio Construtor BRT Cuiabá, formado pelas empresas Nova Engevix Engenharia e Projetos, Heleno & Fonseca Construtécnica e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia.

Nesta quinta-feira (23), Abilio denunciou trabalhadores “parados” no canteiro de obras da Avenida do CPA. “Ao passar pelo caminho eu reparei um monte de gente parada. Eram 9h e o cara sentado na mureta, conversando, mexendo o celular, o outro fazendo outro negócio”, descreveu.

Em Cuiabá, o maior descontentamento do prefeito é com a Locar Saneamento Ambiental, responsável pela coleta de lixo da capital. Para ele, o serviço não é prestado de maneira satisfatória, deixando muito entulho acumulado pelos bairros.

Somente nos 23 dias de gestão de Abilio, a Locar já recebeu inúmeras notificações da prefeitura exigindo a melhora da qualidade do serviço. Em resposta, a empresa se comprometeu em ampliar a frota de caminhões até o início de fevereiro.

Para solucionar os conflitos, o gestor municipal defendeu mudanças na legislação para que o rompimento de contratos possa ser feito com menos burocracia. Segundo ele, a medida beneficiaria tanto o Executivo Municipal quanto o Executivo Estadual.

“Eu estou fazendo várias notificações [à Locar], tem que dar prazo para responder e nisso já foram 20 dias. Imaginem o quanto isso demora para a população. No contrato com o BRT também deve ter essas dificuldades. Por mais que o governador esteja querendo romper o contrato, infelizmente ele fica impedido se não seguir todos os ritos”, comentou.

 

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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