entenda
Bancos terão horário de expediente alterado em novembro
Nos próximos dias, o Brasil terá dois feriados nacionais: a Proclamação da República (15/11) e o Dia da Consciência Negra (20/11)
Economia
O funcionamento dos bancos passará por mudanças devido a dois feriados nacionais. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), não haverá atendimento presencial nas agências bancárias nos dias 15 de novembro e 20 de novembro.
Neste ano, a Proclamação da República cai nesta sexta-feira (15/11), enquanto o Dia da Consciência Negra — que será comemorado em caráter nacional pela primeira vez — será comemorado na próxima quarta-feira .
Outro fator que pode mudar a rotina usual das agências bancárias é a 19ª reunião de cúpula do G20, que ocorre na cidade do Rio de Janeiro nos dias 18 (segunda-feira) e 19 de novembro (terça-feira).
De acordo com a Febraban, nas datas os bancos vão abrir normalmente, exceto nas localidades onde há feriado municipal, como é o caso do Rio de Janeiro. A cidade decretou feriado em decorrência do encontro do G20.
Não há mudanças nas transações via Pix, que ficarão disponíveis durante o período. As demais compensações bancárias, incluindo a Transferência Eletrônica Disponível (TED), são efetivadas no dia útil seguinte ao feriado, segundo informou a federação.
Embora as agências estejam fechadas nos feriados, os clientes podem usar as áreas de autoatendimento e os canais digitais (celulares e computadores) dos bancos, para a realização de transferências, pagamento de contas, entre outros serviços.
Contas com vencimento no feriado
Segundo o diretor-adjunto de Serviços da Febraban, Walter Tadeu de Faria, contas de água, energia, telefone e até boletos com vencimento no feriado poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte.
Economia
IGP-M volta a subir em setembro e acumula alta de 3,34% em 12 meses
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 1,57% em setembro deste ano. No mês anterior, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,22%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 3,45% neste ano e de 3,34% em 12 meses. Em setembro de 2025, o IGP-M havia registrado taxas de 0,42% no mês e de 2,82% em 12 meses.
A alta em setembro foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação do atacado, e que passou de uma deflação de 0,34% em agosto para uma inflação de 2,08% em setembro.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, passou de uma deflação de 0,41% em agosto para uma alta de preços de 0,50% em setembro.
O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Instituto Nacional de Custo da Construção (INCC), teve, em setembro, inflação mais moderada (0,25%) do que em agosto (0,41%).
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