Curtinhas
Governador 2026: Dada a largada 1
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Governador 2026: Dada a largada 1
Enquanto os zum zum zuns se limitavam apenas entre algumas figuras menos ‘coroadas’ acerca da disputa para governador em 2026, tudo estava aparentemente tranquilo pelos corredores palacianos das grandes articulações políticas. O ex-secretário da Casa Civil, suplente de senador Mauro Carvalho (PRD), já se antecipou às articulações e já disse publicamente que apoia o vice-governador Otaviano Pivetta para governador em 2026. Só que bastou essa ‘declaração’, que soou como espécie de senha, para vir um ‘duro’ contragolpe do deputado Júlio Campos (UNIÃO), sobre o bombástico assunto e a pauta entrou com tudo nos noticiários políticos.
Governador 2026: Dada a largada 2
O experiente parlamentar com sua conhecida franqueza, foi bem claro em sua opinião acerca do ‘polêmico’ assunto. Júlio Campos, sem meias palavras, disparou de que o posicionamento de Mauro Carvalho e de seu pequeno partido, o PRD, foi “inoportuno”, “indelicado e impróprio” para com os companheiros do União Brasil. E que tudo não passa da indevida intromissão dessa legenda em partido alheio, já que não existe qualquer acordo para o União Brasil se retirar do processo eleitoral que vai ser daqui a dois anos. “Nosso partido tem sim pretensão própria para governador e senador da república, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Jamais seremos dirigidos por outros partidos”, concluiu Júlio Campos”.
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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências
A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.
É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.
A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.
E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.
Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.
No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.
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