Economia
Contas do governo fecham com déficit de R$ 68,7 bi no semestre
Esse resultado vem da diferença entre o superávit de R$ 129,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central contra o rombo de 198,2 bilhões na Previdência Social, de acordo com nota do Tesouro.
Economia
As contas do governo central – que envolve Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social –, ficaram no vermelho, no primeiro semestre, em R$ 68,7 bilhões. No mesmo período do ano passado, o déficit foi menor: R$ 43 bilhões. O Tesouro apresentou um balanço nesta sexta-feira (26).
Esse resultado vem da diferença entre o superávit de R$ 129,5 bilhões do Tesouro Nacional e do Banco Central contra o rombo de 198,2 bilhões na Previdência Social, de acordo com nota do Tesouro.
O secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse acreditar que as contas podem se aproximar da meta de déficit zero durante o segundo semestre, mas é preciso trabalhar as despesas:
“quando você olha a perspectiva de 12 meses, o acumulado do ano, tem alguns fatores que geraram um resultado um pouco maior, mas a gente começa um processo de recuperação e considero crível, possível de fato, fica dentro do intervalo da banda primária desse exercício”.
As receitas cresceram por causa do aumento de arrecadação dos impostos cobrados de empresas, da tributação de investimentos no exterior e do bom desempenho do mercado de trabalho.
Segundo o Tesouro, a subida das despesas é explicada principalmente pela antecipação do pagamento do 13º salário da previdência social, que terminou em junho, além do aumento dos beneficiários do BPC e da valorização do salário-mínimo.
Somente no mês de junho, o prejuízo foi de R$ 38,8 bilhões. Melhor que o mesmo mês do ano passado, quando o resultado foi de R$ 45,1 bilhões negativos.
Fonte: Daniella Longuinho / Eliane Gonçalves – https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2024-07/contas-do-governo-fecham-com-deficit-de-r-687-bi-no-semestre
Economia
A menos de um mês do fim do prazo, 59% não enviaram declaração do IR
A menos de um mês do fim do prazo, quase 60% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até às 17h27 deste sábado (3), a Receita Federal recebeu 18.380.905 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). 

O número equivale a 41,8% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.
Segundo a Receita Federal, 70,3% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 16,9% terão que pagar Imposto de Renda e 12,8% não têm imposto a pagar nem a receber.
Entenda as novidades da declaração do Imposto de Renda 2026
A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (73,7%), mas 17,4% dos contribuintes recorrem ao preenchimento online, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 8,9% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.
Um total de 60% dos contribuintes que entregaram o documento à Receita Federal usaram a declaração pré-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 55,3% dos envios.
O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina às 23h59min59s de 29 de maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 19 de março.
Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.
As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.
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