Esporte
Seleção Brasileira inicia busca pelo 10º título da Copa América Contra a Costa Rica
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A Seleção Brasileira começa na noite desta segunda-feira (24) a campanha em busca do seu 10º título da Copa América. O Brasil estreia na competição continental enfrentando a Costa Rica, às 22h (horário de Brasília), no SoFi Stadium, nos arredores de Los Angeles. A Copa América 2024 é a maior edição do torneio de seleções mais antigo do mundo, contando com a participação de 16 seleções (dez da Conmebol e seis da Concacaf).
Estreia de Dorival Júnior
Esta edição do campeonato marcará a estreia de Dorival Júnior em competições oficiais no comando da Seleção Brasileira. Contratado em janeiro, Dorival tem a missão de classificar o time para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva realizada no domingo no SoFi Stadium, o técnico expressou seu desejo de proporcionar alegria aos torcedores. “O que gostaria de fazer é proporcionar ao nosso público prazer e alegrias. De sentir dentro de campo que a equipe tenta entregar o máximo para resgatar a alegria. Nada pessoal, e, sim, no sentido coletivo, para que possamos voltar a uma decisão de Copa América, de Copa do Mundo. Esse será o trabalho já iniciado desde o começo de 2024.”, disse Dorival Júnior.
Preparação e amistosos
A preparação da Seleção Brasileira para a Copa América começou no dia 30 de maio. Durante esse período, além dos treinamentos, o time disputou dois amistosos. A Seleção venceu o México por 3 a 2 no Texas, no dia 8 de junho, e empatou com os Estados Unidos por 1 a 1 em Orlando, no dia 12 de junho.
Histórico de conquistas
Com nove títulos, o Brasil é o maior vencedor da Copa América nos anos 2000, tendo conquistado cinco das últimas dez edições (1997, 1999, 2004, 2007 e 2019). O último título foi em 2019, quando a Seleção derrotou o Peru por 3 a 1 na final, realizada no Maracanã, diante de 58 mil torcedores. Everton Cebolinha, Richarlison e Gabriel Jesus marcaram os gols da vitória.
Expectativas dos jogadores
O volante Bruno Guimarães, que disputará sua primeira Copa América, expressou sua motivação. “Sempre foi uma competição que quis muito jogar. É a minha primeira, apesar de já ter uma bagagenzinha com a Seleção (disputou a última Copa do Mundo). Quero sair 100%, jogar a primeira, e, se Deus quiser, ganhar”, disse Bruno.
SoFi Stadium: O Palco da Estreia
Localizado em Inglewood, subúrbio de Los Angeles, o SoFi Stadium será o palco da estreia brasileira contra a Costa Rica. Inaugurado em 2020, o estádio tem capacidade para até 70 mil pessoas e é a casa de duas franquias da NFL: Los Angeles Rams e Los Angeles Chargers. A construção do SoFi Stadium custou cerca de 5,5 bilhões de dólares (quase R$ 30 bilhões). Entre os atrativos do estádio está o The Oculus, uma tela de 360 graus com reprodução em 4K para vídeos.
Confrontos Históricos
Será o 12º encontro entre Brasil e Costa Rica. Nas 11 partidas anteriores, a Seleção Brasileira venceu dez vezes, com um aproveitamento de cerca de 91%, marcando 34 gols e sofrendo nove. O último confronto foi na Copa do Mundo de 2018, quando o Brasil venceu por 2 a 0 com gols de Philippe Coutinho e Neymar.
Pela Copa América, o Brasil tem dois resultados convincentes contra a Costa Rica. Em 13 de junho de 1997, a Seleção venceu por 5 a 0, com gols de Ronaldo (2), Romário, Djalminha e Ronald González (contra). Em 11 de julho de 2004, o Brasil venceu por 4 a 1, com hat-trick de Adriano e um gol de Juan.
Desafios à vista
O capitão Danilo destacou a dificuldade do confronto. “A Costa Rica defende muito bem, transição muito rápida, jogadores verticais. Não tem partida fácil. Estamos preparados. Muito, muito difícil a partida”, afirmou o lateral.
Fonte: Esportes
Esporte
Flamengo perde nos pênaltis e está eliminado da Libertadores
O Flamengo está fora da Copa Libertadores. Nesta quinta-feira (22.10), o Rubro-Negro empatou em 0 a 0 com o Estudiantes no Maracanã, no Rio de Janeiro, pelo jogo de volta da semifinal, e acabou eliminado ao perder por 3 a 2 na disputa de pênaltis. O goleiro Muslera foi o grande nome da noite: defendeu três cobranças e assegurou a classificação argentina diante de 72.492 torcedores.
A equipe de Leonardo Jardim até teve um jogador a mais durante quase todo o segundo tempo, após a expulsão de Baltasar Rodríguez, mas não conseguiu superar a defesa adversária. Na disputa por penalidades, Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique pararam no goleiro uruguaio. Arrascaeta e Léo Pereira foram os únicos a converter para o Flamengo.
Com a vaga garantida, o Estudiantes enfrenta o Palmeiras na final da Libertadores, marcada para 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu. A decisão reedita o confronto de 1968, quando o clube argentino conquistou o título continental ao superar o Verdão no jogo de desempate, também disputado no Centenário. O Flamengo, por sua vez, se despede da competição após dois empates sem gols na semifinal e concentra as atenções na reta final do Campeonato Brasileiro.
O jogo
O Estudiantes começou pressionando a saída de bola rubro-negra e criou a primeira oportunidade aos dois minutos, com Santiago Núñez finalizando de fora da área para defesa de Rossi. O Flamengo tentou assumir o controle por meio da posse de bola, mas encontrou dificuldades para furar a marcação argentina. Aos oito minutos, Pedro fez o pivô e acionou Lucas Paquetá, que chutou por cima do gol.
Aos 15, a equipe visitante voltou a assustar. Após cobrança de escanteio, González Pirez cabeceou, Marcos Rojo desviou e Rossi fez grande defesa, com Alex Sandro afastando o rebote. Um minuto depois, Baltasar Rodríguez arriscou de longe, obrigou o goleiro a se esticar e ainda acertou a trave.
A melhor chance do Flamengo na primeira etapa surgiu aos 23 minutos. Carrascal encontrou Pedro dentro da área, e o centroavante ajeitou de calcanhar para Emerson Royal, que finalizou para o bloqueio de Núñez na pequena área. Aos 32, Pedro voltou a levar perigo ao passar por dois marcadores e invadir a área antes de finalizar cruzado, sem que Carrascal alcançasse na segunda trave. Apesar da maior posse de bola, o Rubro-Negro terminou o primeiro tempo sem finalizar na direção do gol.
O panorama mudou logo aos quatro minutos da etapa final, quando Baltasar Rodríguez puxou a camisa de Samuel Lino perto da área e recebeu o segundo cartão amarelo. Com um jogador a mais, o Flamengo passou a pressionar. Na cobrança da falta, aos cinco minutos, Paquetá bateu com perigo e obrigou Muslera a espalmar, na primeira finalização rubro-negra em direção ao gol.
Aos 13, Paquetá cabeceou após escanteio cobrado por Carrascal, mas o goleiro argentino defendeu sem dificuldades. Aos 18, Jardim promoveu a entrada de Arrascaeta no lugar de Carrascal. O uruguaio voltou a atuar após se recuperar de uma cirurgia no punho esquerdo, utilizando proteção no local.
O Flamengo manteve a posse e insistiu principalmente em jogadas pelas laterais. Aos 22 minutos, Samuel Lino recebeu dentro da área e finalizou, mas Mancuso bloqueou. Na reta final, Bruno Henrique e Gonzalo Plata também entraram para reforçar o ataque. A oportunidade mais clara veio aos 36 minutos: Paquetá lançou Plata, que apareceu livre diante de Muslera e cabeceou, com o goleiro saindo bem e fechando o ângulo. Aos 41, Paquetá voltou a assustar em cabeçada após cruzamento de Jorginho, perto da trave direita. A pressão dos minutos finais, porém, não terminou em gol, e a decisão foi para os pênaltis.
Nos pênaltis, o Estudiantes levou a melhor por 3 a 2. Arrascaeta abriu a série rubro-negra convertendo sua cobrança, mas Jorginho e Lucas Paquetá pararam em Muslera. Léo Pereira marcou o segundo do Flamengo, e Bruno Henrique também teve o chute defendido pelo goleiro uruguaio. Pelo lado argentino, José Sosa, Mancuso e Tiago Palacios converteram, enquanto Cetré desperdiçou ao mandar a bola por cima do gol.
Próximos jogos
O Flamengo volta a campo na segunda-feira, 26 de outubro, às 20h (de Brasília), quando recebe o Atlético-MG pelo Campeonato Brasileiro. No mesmo dia, às 19h, o Estudiantes visita o Unión de Santa Fe pelo Campeonato Argentino.
| Competição | Copa Libertadores – Semifinal (jogo de volta) |
| Local | Maracanã, Rio de Janeiro (RJ) |
| Data | 22 de outubro de 2026 (quinta-feira) |
| Horário | 21h30 (de Brasília) |
| Público | 72.492 presentes |
| Renda | Não informada |
| Cartões amarelos | González Pirez, Santiago Núñez, Piovi e Baltasar Rodríguez (Estudiantes) |
| Cartão vermelho | Baltasar Rodríguez (Estudiantes), aos 4 minutos do segundo tempo, após receber o segundo amarelo |
| Gols no tempo regulamentar | Não houve gols |
| Árbitro | Gustavo Tejera (URU) |
| Assistente | Nicolas Taran (URU) |
| Assistente | Carlos Barreiro (URU) |
| VAR | Antonio Garcia (URU) |
| FLAMENGO | ESTUDIANTES | |
|---|---|---|
| Técnico | Leonardo Jardim | Alexander Medina |
| Escalação | Rossi; Emerson Royal, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Erick Pulgar (Bruno Henrique), Jorginho e Lucas Paquetá; Carrascal (Arrascaeta), Pedro (Joaquín Freitas) e Samuel Lino (Plata) | Muslera; Mancuso, González Pirez, Santiago Núñez e Marcos Rojo (Tomás Palacios); Piovi, Alexis Castro (José Sosa), Baltasar Rodríguez e Tobio Burgos (Cetré); Joaquín Correa (Tiago Palacios) e Carrillo (Gaich) |
Fonte: Esportes
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