VAGAS ABERTAS
Grupo Pereira abre mais de 2.000 vagas de emprego e fortalece compromisso com diversidade e inclusão
Oportunidades também estão disponíveis pessoas mais de 50 anos, jovens em seu primeiro emprego, pessoas com deficiência (PCDs), refugiados e indígenas
Cidades
O Grupo Pereira, sétimo maior grupo supermercadista do país, anuncia a abertura de mais de 2.000 vagas de emprego em diversas áreas e cargos, estendendo-se tanto aos escritórios quanto às mais de 100 unidades da empresa espalhadas pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal. Somente em Cuiabá e Várzea Grande (MT) são mais de 700 vagas disponíveis. Os interessados podem se candidatar indo presencialmente a uma das lojas do Supermercado Comper e Fort Atacadista ou, ou então pelo site https://grupopereira.pandape.infojobs.com.br/
O diferencial dessas oportunidades está em seu alcance inclusivo, destinado a uma ampla diversidade de candidatos. As vagas são voltadas para primeiros empregos, profissionais com mais de 50 anos, pessoas com deficiência (PCDs), refugiados e indígenas.
O Grupo Pereira tem se destacado pelo compromisso com a diversidade geracional em sua força de trabalho, empregando atualmente mais de 17 mil colaboradores, dos quais cerca de 2 mil têm 50 anos ou mais, representando aproximadamente 12% do quadro de funcionários. Essa proporção supera significativamente a média de apenas 3 a 5% de profissionais com mais de 50 anos em outras empresas, como indicam estudos da consultoria Maturi.
O Grupo Pereira conquistou o selo internacional Certified Age Friendly Employer (CAFE), concedido pelo Age Friendly Institute dos Estados Unidos. Esse reconhecimento ressalta as boas práticas da empresa em relação aos colaboradores com mais de 50 anos e seu compromisso em combater o preconceito relacionado à idade no ambiente de trabalho. O Grupo Pereira é a primeira empresa do varejo brasileiro a receber este certificado, um marco que motiva ainda mais aprimoramento nas ações de inclusão.
“A interação e convivência entre diferentes faixas etárias são pilares do Grupo Pereira. A pluralidade de perfis enriquece a experiência profissional de todos os colaboradores, promovendo uma cultura colaborativa e inclusiva desde o primeiro dia de trabalho. A empresa acredita que a melhor forma de combater estereótipos relacionados à idade é demonstrar, na prática, o valor e a importância de seus colaboradores mais experientes, que se tornam cada vez mais produtivos, dedicados e abertos a aprender e se desenvolver”, conta Paulo Silva, diretor de Gente & Gestão do Grupo Pereira.
Histórias
Eurípedes Marques de Moura, de 73 anos, foi contratado há 10 anos quando tinha 64 anos, para trabalhar no Supermercado Comper na loja Miguel Sutil, em Cuiabá MT. Atua na função de auxiliar de Prevenção e Perdas desde que iniciou no grupo. Ele contou que desde que passou na entrevista, sempre ofereceu o seu melhor para abraçar a oportunidade. “Mesmo aposentado tinha interesse em continuar trabalhando para ter renda complementar e também ‘ocupar’ a cabeça. Pensei que fosse ficar na empresa por um curto período, mas me faz tão bem que já faz uma década que estou aqui e pretendo chegar até aos 80 anos trabalhando”, disse entusiasmado.

Eurípedes Marques de Moura, 73 anos, funcionário do Comper – Créditos: Studio Press
Sobre a diferença de gerações num mesmo ambiente de trabalho Eurípedes contou que não há conflitos, pois em sua bagagem profissional, de mais de 40 anos, acumulou muita experiência que transmite para os mais jovens e também aprende com eles, assim vivem numa constante troca de experiências. “É gratificante ser valorizado no mercado de trabalho depois dos 50 anos, no meu caso depois dos 70 anos, e isso que o Grupo Pereira faz é fantástico. Tenho orgulho em trabalhar nesta empresa”, destacou.
Há 33 anos, Raimundo Brites Mendes, de 54 anos, faz parte do Grupo Pereira. Trabalhando na rede Fort Atacadista Coxipó, em Cuiabá, como subgerente ou encarregado operacional, ele conta que começou cedo na empresa e permanece até hoje. “Sinto-me muito bem nesta empresa que me acolheu e sou tratado de forma diferenciada por todos, com respeito e carinho”, relata Raimundo, conhecido como ‘Cabeça Branca’. Ele também afirma que o público 50+ é muito responsável e comprometido com o trabalho. “A oportunidade que a empresa oferece é de grande valia. Conseguir ajudar a empresa é uma satisfação, e mesmo que eu aposente, se tiver saúde, pretendo continuar trabalhando aqui”, enfatizou.
Sobre o Grupo Pereira:
Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completou 61 anos de história em 2023. Atualmente, conta com 17 mil funcionários e 800 representantes comerciais autônomos nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
O Grupo Pereira tem mais 113 unidades de negócio, incluindo 29 lojas da rede de supermercados Comper, 56 lojas do Fort Atacadista (atacarejo), cinco filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 18 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um broker, duas agências de viagens e dois postos de combustível. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros da Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de 960 mil cartões emitidos, além de seguros e assistência odontológica.
O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.
Com a missão de oferecer uma experiência de compra positiva por meio da excelência no relacionamento com clientes, fornecedores e funcionários, o Grupo Pereira também contribui para a sociedade por meio de diferentes programas socioambientais.
Mais informações – Studio Press
Mariza Bazo – 65 99983.8375 marizabazo@studiopresscomunicacao.com.br
Cidades
Comissão de Fiscalização debate resultados do Relatório Anual de Gestão de 2025 em audiência pública
A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia realizou audiência pública para apresentação do Relatório Anual de Gestão (RAG) de 2025 na tarde desta quinta-feira (25). A exposição foi feita pelo representante da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Executivo estadual, Sandro Brandão.
O documento avalia anualmente a execução dos programas, indicadores e ações previstos no Plano Plurianual (PPA) 2024-2027 e integra a prestação de contas do governo estadual. Durante a audiência, foram apresentados os resultados consolidados da gestão referentes ao exercício de 2025, abrangendo áreas como educação, saúde, infraestrutura, meio ambiente, segurança pública, transformação digital e responsabilidade fiscal.
Segundo Sandro Brandão, o relatório apresentado representa o acompanhamento de metade do ciclo do atual PPA e permite verificar o cumprimento das metas estabelecidas para o período. “A gente vai conseguir identificar as atividades, as ações e as entregas que foram realizadas no ano de 2025. É um acúmulo de um grande planejamento que é feito até 2027”, afirmou.
Brandão destacou que o documento demonstra como o Estado vem articulando políticas públicas para ampliar sua capacidade de entrega à população. “O que a gente vai mostrar é como o [governo do] estado criou capacidade envolvendo a articulação dessas políticas públicas para poder entregar valor para a sociedade”, explicou.
Entre os destaques apresentados estão os avanços na educação, apontada pelo secretário adjunto como uma das áreas de melhor desempenho do governo. Segundo ele, os resultados são consequência de um conjunto de ações voltadas à melhoria da infraestrutura escolar, qualificação dos profissionais e ampliação do acesso à tecnologia. “Hoje Mato Grosso está numa posição muito mais favorável do que quando nós iniciamos. É o resultado de todas as políticas que foram feitas na Secretaria de Educação”, avaliou.
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Os dados do relatório mostram que o governo alcançou 98% das metas dos indicadores estratégicos previstos para o período, executou 91% das ações planejadas e atingiu 97% de execução financeira dos recursos previstos para 2025. O documento também registra resultados em áreas como regularização fundiária, infraestrutura rodoviária e digitalização dos serviços públicos.
Presidente da comissão, o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB) destacou que o RAG é uma ferramenta essencial para acompanhar a execução do planejamento governamental. “O relatório apresenta para a sociedade quais são essas mudanças e qual é o rumo para os quatro anos de uma gestão. É assim que a sociedade vai acompanhando todos os resultados”, afirmou.
Avallone também ressaltou a importância do trabalho técnico desenvolvido pelas equipes de planejamento do Estado. “As pessoas não veem, não reconhecem, mas essas equipes trabalham pensando em como alcançar as metas anunciadas. Elas têm que colocar tudo isso no orçamento, em ações e metas, e fazem isso com muita competência”, declarou.
O parlamentar ainda destacou o esforço para aproximar a população das discussões orçamentárias. Segundo ele, iniciativas como o Orçamento Mulher ajudam a tornar um tema técnico mais acessível. “O orçamento é uma peça muito distante da sociedade. O que nós temos tentado fazer é transformar uma peça técnica em um entendimento popular, para que as pessoas possam participar mais dela”, disse.
A audiência contou com a participação de representantes da sociedade civil. A presidente da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica, Tânia Regina de Matos, apresentou questionamentos relacionados ao Orçamento Mulher e às políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres.
Segundo ela, o interesse pelo tema surgiu após um processo de capacitação voltado ao controle social do orçamento público. “Nós buscamos entender o orçamento para que as mulheres pudessem dominar essa ferramenta e exercer efetivamente o controle social”, explicou.
Tânia afirmou que, após a análise prévia do relatório, o grupo identificou pontos que merecem maior esclarecimento. Entre eles, os indicadores relacionados à violência de gênero. “O feminicídio foi o único indicador que aumentou. Não faz sentido um estado que se diz campeão de prosperidade não planejar políticas públicas, ou planejar mal políticas públicas, para diminuir a violência contra a mulher”, argumentou.
Ela também relacionou o debate aos avanços registrados na área da educação e defendeu a criação de indicadores que permitam medir os resultados das ações de conscientização nas escolas. “A gente quer saber qual vai ser o indicador de que realmente essa temática está sendo absorvida pelos alunos das escolas públicas aqui do Estado de Mato Grosso”, questionou.
Transparência – Outro destaque da audiência foi a apresentação de uma plataforma digital baseada em inteligência artificial, desenvolvida pela Seplag para facilitar o acesso da população ao conteúdo do relatório. De acordo com Brandão, a ferramenta permite que qualquer cidadão consulte informações sobre políticas públicas em linguagem simples. “Qualquer cidadão mato-grossense pode perguntar o que foi feito para as mulheres, para os idosos, para a saúde ou para determinada região, e a plataforma apresenta essas informações de forma simples e acessível”, explicou. Acesse neste link.
Brandão definiu o Relatório Anual de Gestão como uma das principais ferramentas de avaliação da administração estadual. “O RAG fecha o ciclo do planejamento. Ele mostra o que foi planejado, o que recebeu orçamento e o que efetivamente foi realizado. É, na minha opinião, o documento mais importante que o governo entrega à sociedade”, concluiu.
Fonte: ALMT – MT
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