Inovação e empreendedorismo

3ª edição do Prêmio Inova MT: empresas de MT já podem se inscrever

Vencedores vão receber consultoria com pesquisadores e uma viagem para conhecer a experiência de outras empresas já consolidadas na inovação

Publicado em

Economia

Divulgação: SECOM MT

Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Prêmio Inova Mato Grosso, direcionado aos micro, pequenos e médios empreendedores que desenvolvem ações inovadoras em seus negócios. Os interessados têm até o dia 6 de novembro para finalizarem a inscrição. Para participar é necessário preencher um formulário online, disponível clicando aqui.

Promovida pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), por meio do Parque Tecnológico Mato Grosso, a ação vai premiar as empresas que se destacaram na realização de ações inovadoras. Entre os prêmios estão o acompanhamento de um pesquisador para se dedicar ao aperfeiçoamento das ações inovadoras e também uma Missão Técnica Benchmarking em Gestão da Inovação, em uma cidade brasileira previamente selecionada.

Para a edição de 2023, o Governo de Mato Grosso garantiu o aumento do número de pesquisadores selecionados para apoiar as empresas vencedoras, passando de seis para nove. As bolsas para os pesquisadores serão financiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat).

Com o apoio dos pesquisadores, os empresários terão a possibilidade de fortalecer as ações inovadoras e superar os desafios da rotina das empresas. Essa união entre o conhecimento acadêmico e a visão do mercado estabelece também uma nova forma de empreender e desenvolver o Estado.

De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, a iniciativa vai proporcionar uma experiência única para os empreendedores. O secretário apontou o prêmio como uma das ações de fortalecimento do desenvolvimento científico e econômico de Mato Grosso.

“Quando a gente une pesquisadores ao mercado, estamos possibilitando o desenvolvimento de toda uma cadeia produtiva. Nos anos anteriores conseguimos alcançar empresas de diferentes áreas e todas elas concluíram o processo com resultados muito melhores, seja na gestão ou no desenvolvimento de novos produtos. Estamos muito animados com essa nova edição, principalmente com a ampliação do número de pesquisadores proporcionada pelo Governo de Mato Grosso”, afirmou o secretário Allan Kardec.

Já para o coordenador do Parque Tecnológico, Rogério Nunes, o aumento no número de pesquisadores que vão apoiar as ações das empresas mostra uma evolução do prêmio. Para Rogério, o Inova continua sendo uma importante forma de proprocionar ao empreendedor mato-grossense um espaço de crescimento conectado ao que há de inovador no mercado nacional.

“A terceira edição do Prêmio Inova vem ainda mais estratégica para a aproximação entre empresas e pesquisadores, já que desta vez contamos com vagas para nove pesquisadores. A ampliação desse número possibilita que mais empresas tenham esse apoio e possam desenvolver áreas estratégicas para obter melhores resultados. A cada ano vemos o prêmio se fortalecer”, disse o coordenador.

Ao todo, 10 empresas serão selecionadas como finalistas em cada uma das três categorias definidas em edital. Dentre as categorias estão: Microempresa, com receita bruta anual menor ou igual a R$ 360 mil; Empresa de Pequeno Porte, com receita bruta superior a R$ 360 mil e menor ou igual R$ 4,8 milhões; e Médias Empresas, com receita bruta anual superior a R$ 4,8 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões.

Inscrições 

As inscrições devem ser feitas exclusivamente online, por meio do preenchimento de um formulário de informações. Além disso, o participante também precisará responder um  questionário de autoavaliação sobre as ações de inovação já empreendidas na sua organização.

Poderá haver somente uma inscrição por CNPJ, uma vez que o Prêmio realiza a avaliação da organização e não de projetos específicos. As unidades com CNPJ diferentes de um mesmo Grupo Empresarial poderão participar separadamente.

A plataforma de inscrição foi aberta às 8h desta sexta-feira (06.10) e será fechada no dia 6 de novembro, às 23h59, no horário de Brasília. O edital preliminar já está disponível em diário oficial.

Para acessar o edital, clique aqui.

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Economia

Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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