Esporte
Palmeiras fecha preparação para jogar contra o Cuiabá pelo Brasileirão
Esporte
O Palmeiras finalizou na manhã desta sexta-feira (18), na Academia de Futebol, a preparação para o confronto com o Cuiabá, no sábado (19), às 18h30, na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT), pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Após vídeo no auditório e ativação muscular no centro de excelência, os jogadores aperfeiçoaram cruzamentos laterais e finalizações. Na sequência, houve um descontraído recreativo (com destaque para o ‘atacante’ Gustavo Gómez) e, por fim, os atletas aprimoraram movimentações posicionais e táticas sob o comando da comissão de Abel Ferreira.

Os meio-campistas Gabriel Menino e Luis Guilherme fizeram tratamento na parte interna com o Núcleo de Saúde e Performance, enquanto o atacante Dudu realizou trabalhos individuais no campo com a preparação física alviverde.
Atual vice-líder do Brasileirão com 34 pontos, o Palmeiras nunca perdeu no Mato Grosso, com oito jogos, sete vitórias e um empate. No primeiro turno, no Allianz Parque, venceu o Cuiabá por 2 a 1, com gols de Endrick e Flaco López.
O Verdão é o segundo time que menos perdeu neste Brasileirão (três derrotas, uma a mais que o Botafogo), tem o segundo melhor ataque (34 gols, um a menos do que o Botafogo) e o segundo melhor saldo de gols (17, sete a menos do que o Botafogo).

Segundo o Footstats, é ainda o líder em cruzamentos (média de 27,37, seguido pelo RB Bragantino, com 25,58), o líder em cruzamentos certos (média de 6,16, seguido pelo Vasco, com 5,94), o líder em faltas recebidas (média de 17,37, seguido pelo Goiás, com 17,11), o vice-líder em finalizações certas (média de 5,84, atrás só do RB Bragantino, com 6,53) e o vice-líder em dribles certos (média de 5,00, atrás só do São Paulo, com 5,53).
Como visitante, o Palmeiras só foi derrotado três vezes nos últimos 31 jogos de Brasileiro (são 14 vitórias, 14 empates, uma derrota em 2022 e duas derrotas em 2023).
Fonte: Esportes
Esporte
Quando perder músculo também ameaça o cérebro
Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.
Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.
Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.
Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.
O que a ciência mostra :
Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.
Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.
Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.
Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.
Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.
O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.
A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.
Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.
O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.
A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.
Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.
Envelhecer bem ,exige preservar força
A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.
Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.
Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.
Saúde não é sorte. É rotina.
Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308 Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.
Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.
-
Política7 dias atrásNa CMO, especialistas pedem mais recursos para melhorar educação infantil
-
Cidades6 dias atrásNovo confirma Marcelo Maluf como vice de Wellington Fagundes na disputa pelo Governo de MT
-
Cidades6 dias atrásPGE diz que irá colaborar com investigação da PF sobre acordo com empresa de telefonia
-
Política7 dias atrásLourdinha Pereira toma posse no Senado no lugar de Ana Paula Lobato
-
Cidades6 dias atrásPolícia Federal faz buscas na casa de Mauro Mendes durante investigação sobre suposto desvio de recursos
-
Política1 dia atrásCRE aprova marco da OIT sobre saúde e segurança no trabalho
-
Polícia Federal6 dias atrásOperação Heritage: PF investiga suposto desvio de R$ 308 milhões em acordo firmado entre Governo de MT e empresa de telefonia
-
Cidades6 dias atrásWellington articula expulsão de prefeitos do PL após apoio à candidatura de Pivetta

