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Cesta básica em Cuiabá registra queda na primeira semana de dezembro

O recuo registrado nesta semana, corresponde a redução nominal no valor de R$ 10,98 no valor da cesta básica, sendo uma diminuição no preço em 69% dos itens.

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A primeira semana de dezembro apresentou um pequeno recuo no indicador da cesta básica comercializada na capital mato-grossense. Segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), que faz o levantamento dos dados, o valor da cesta básica apresentou uma queda de -1,45%, a segunda queda consecutiva. A cesta passa a custar R$ 745,75, valor que foi averiguado anteriormente somente na primeira semana de novembro.

O recuo registrado nesta semana, corresponde a redução nominal no valor de R$ 10,98 no valor da cesta básica, sendo uma diminuição no preço em 69% dos itens. Para o diretor de Pesquisa do IPF-MT e superintendente da Fecomércio, Igor Cunha, “depois de algumas semanas em alta em novembro, a diminuição apresentada é promissora na perspectiva futura, mas também favorece o consumo atual, em um período importante do ano para as famílias.”

Entre os alimentos que apresentam as maiores variações, o tomate mostra crescimento de 16,39% na comparação semanal, aumento nominal de R$ 1,22/kg. No caso da carne bovina, que na semana anterior custava em média R$ 38,90/kg, passou a custar R$ 35,40 esta semana, com recuo de 8,98% nesse período. Outro item que apresenta diminuição em seu valor é o arroz, com uma variação de -8,67% em relação a semana passada, chegando ao preço médio de R$ 4,41/kg.

“Mesmo com a alta do tomate, a maioria dos alimentos da cesta se mostram em queda, podendo levar os preços de alguns itens a patamares mais próximos dos averiguados em outubro e melhorar o poder de compra dos consumidores, como o caso do pão francês e do óleo de soja”, enfatizou o diretor do IPF-MT.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Caixa paga Bolsa Família de julho a beneficiários com NIS de final 4

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (23) a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. Neste mês, o valor médio do benefício está em R$ 679,19.

Moradores de 175 municípios de seis estados receberam o crédito antes, na segunda (20), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (três municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7).

>>A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui

O valor mínimo do Bolsa Família corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais: 

  • o Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança;
  • há também um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos;
  • outro adicional, de R$ 150, é para famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Regra de proteção

Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Confira o calendário de pagamentos de julho

 


Brasília (DF), 20/07/2026 - Calendário do Bolsa Família em 2026. Arte/Agência Brasil
Brasília (DF), 20/07/2026 - Calendário do Bolsa Família em 2026. Arte/Agência Brasil

 



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