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Dos interesses aos beneficiados, quem ganha com a greve da Polícia Penal?

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A iminência de greve da Policial Penal, virou uma verdadeira oportunidade, para colocar os nomes até dos esquecidos, ou daqueles que desejam entrar na vida pública em evidência.

Com aproximação do período eleitoral, muitos agentes denominados de público ou não, estão fazendo de tudo para ter seus nomes em evidência, ainda mais quando o fato envolve profissionais, governos, mídias sociais e a população, um cenário perfeito para ser montado um “trampolim político”.

“Informações de bastidores apontam que ex-dirigente do SINDSPEN/MT seria o combustível impulsionador do movimento, gerando expectativas, tentando manipular a força da categoria, que estava dando certo, até que as suspeitas de alguns virarem fatos, revelando os reais motivos das suas intenções”.

Mas devido a democratização e liberdade de expressão, tentar transformar um grupo em “massa de manobra”, para atingir objetivos singulares, virou coisa do passado, neste caso, para a maioria dos envolvidos, a greve da Polícia Penal, antes mesmo de acontecer já mostrou quem na realidade sairá ganhando. Os profissionais não são marionetes!

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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