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UE multa Facebook por informações enganosas na compra do WhatsApp

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A rede social disse que não relacionaria as contas de usuários dos dois serviços, mas iniciou a prática dois anos depois

Da Redação

 

O órgão antitruste da União Europeia (UE) multou nesta quinta-feira o Facebook em 110 milhões de euros (cerca de 383,8 milhões de reais) por fornecer informações incorretas ou enganar autoridades na aquisição do aplicativo de mensagens WhatsApp, em 2014.

Segundo a UE, a empresa de Mark Zuckerberg alegou de forma imprecisa que não tinha como relacionar contas do Facebook e do WhatsApp, algo que começaram a fazer dois anos depois, ao combinar os dados de usuários nos dois serviços. A rede social, porém, alega que os erros não foram intencionais.

“A decisão de hoje envia um claro sinal às empresas de que devem cumprir todos os aspectos da regulamentação da UE para fusões, incluindo a obrigação de apresentar informações corretas”, afirmou a comissária europeia para concorrência do bloco europeu, Margrethe Vestager, em comunicado. Em resposta à multa, o Facebook declarou em nota que agiu “de boa fé desde as primeiras interações com a Comissão [Europeia]” e buscou “fornecer informações precisas a cada entrega”.

A UE abriu uma investigação formal sobre a fusão em dezembro do ano passado e poderia ter optado por cobrar mais que o dobro da multa. Segundo as regras da Comissão, empresas podem ser multadas em até 1% de seu lucro anual, o que para o Facebook seria 276 milhões de dólares (cerca de 865,8 milhões de reais). O bloco, porém, disse ter levado em conta a cooperação da empresa no processo.

Não é a primeira vez que o Facebook tem problemas com autoridades europeias por causa da fusão. O órgão antitruste italiano multou o WhatsApp, na semana passada, em 3 milhões de euros (10,4 milhões de reais) por obrigar usuários a concordarem em compartilhar dados com a rede social de Zuckerberg.

 

 

 

 

Fonte:Estadão Conteúdo

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Saúde

Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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