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Dupla envolvida em 16 assaltos a comércio em Rondonópolis são presos pela Polícia Civil

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Da Redação

Uma dupla de assaltantes (um deles menor de idade) envolvida em pelo menos 16 roubos a comércio de Rondonópolis (212 km ao Sul) foi identificada e detida pela Polícia Judiciária Civil, na sexta-feira (30.08), em investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O suspeito, Alisson Junior Ruiz Lopes, 18, e o adolescente G.S.S., 13, foram reconhecidos por diversas vítimas e confessaram a atuação nos crimes.

As investigações iniciaram após uma série de registros de roubo a comércio nos últimos dias, todos com o mesmo modo de atuação dos suspeitos, que utilizavam uma motocicleta para chegar e fugir dos estabelecimentos alvos de assalto. Durante os trabalhos, os policiais da Derf Rondonópolis conseguiram identificar os dois possíveis suspeitos.

A identificação dos suspeitos aconteceu após os policiais descobrirem que a motocicleta Honda Titan, vermelha, utilizada nos roubos pertencia ao suspeito Alisson. Com a definição da autoria, os investigadores foram até a residência do menor, que questionado confessou a participação nos roubos junto ao comparsa maior de idade.

Em continuidade as diligências, os policiais foram até a residência de Alisson, onde ele foi encontrado junto ao veículo utilizado nos roubos. Interrogado na Derf, o suspeito também confessou a atuação nos roubos e posteriormente conduziu os investigadores a uma residência no bairro Jardim Iguaçu, onde foi apreendido um simulacro de arma de fogo, utilizado nos roubos.

Na delegacia, a dupla foi reconhecida por várias vítimas dos assaltos. A equipe da Derf Rondonópolis alerta que é possível que haja mais vítimas dos assaltantes e que até o momento já foram identificadas 16 ocorrências de roubo praticado pelos suspeitos.

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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