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Araputanga: Polícia Civil prende 5 integrantes de quadrilha e evita furto em agência bancária

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Mato Grosso

Da Redação

Cinco criminosos que iriam praticar um furto a agência bancária na cidade de Araputanga tiveram a ação frustrada pela Polícia Judiciária Civil, na sexta-feira , em ação da Gerência de Combate ao Crimes Organizado (GCCO). Com o grupo foi apreendido diversas ferramentas utilizadas para cortar caixas eletrônicos.

Entre os presos estão, Artur Antunes Pires Ferreira, 29, Magnum Francisco de Almeida, 37, Nilton de Oliveira da Silva Júnior, 24, Douglas Fonseca Sampaio, 26, Lucas de Souza Ferreira, 22. Os suspeitos foram abordados em dois veículos, quando deixavam a cidade de Várzea Grande.

O grupo criminoso já era monitorado há algum tempo pela equipe da GCCO, devido a suspeitas da atuação da quadrilha em outros furtos em agências bancárias do Estado. Na sexta-feira (30), os policiais receberam informações de que eles deixariam a região metropolitana com o objetivo de praticar um novo furto na cidade de Araputanga.

Por volta das 15 horas, os investigadores da GCCO conseguiu realizar a abordagem dos 5 suspeitos, que estavam em dois veículos (um Volkswagem Gol e um Volkswagem Fox), em um posto de combustível, na Avenida Mario Andreazza, em Várzea Grande. Com eles foram encontradas várias ferramentas próprias para arrombamento de caixas eletrônicos.

Questionados, os criminosos confessaram que estavam a caminho da cidade de Araputanga onde praticariam o furto. Diante das evidências, os cinco integrantes do grupo foram conduzidos à GCCO, onde após serem interrogados foi lavrado o flagrante.

De acordo com o delegado titular da GCCO, Flávio Henrique Stringueta, a quadrilha está envolvida em outros furtos de agência bancária e um deles já confessou ter participado da  tentativa de furto a agência do Banco do Brasil, ocorrido no último dia 22, na Rua Comandante Costa, em Cuiabá.

“Quando soubemos que o grupo saíra de Várzea Grande com sentido a Araputanga para praticar um novo crime, optamos por realizar a abordagem, pois as informações não eram precisas o suficiente para aguardar na cidade da ocorrência”, disse o delegado

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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