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Credibilidade e transparência no TCE? Acredite se quiser!

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Da Redação

 

O que vem acontecendo nos últimos anos em Mato Grosso parece ter saído das grandes produções de hollywood, onde filmes de verdadeiros impérios de corrupção e crimes cometidos são vistos, entretanto que vem acontecendo nesses últimos tempos em MT.

 Desde a saída do Governador Silval Barbosa, uma verdadeira lama se derramou sobre a corte de contas do estado, pois nunca se viu tanto escândalo envolvendo altoridades e desvios de dinheiro públicos.

 Iremos começar com as obras da copa do mundo, onde os conselheiros do TCE tinham o dever e obrigação de zelar pelo herário público fiscalizando como estavam sendo aplicados cada centavo dos matogrossenses. O que é estranho foi que mesmo o ex-governador preso os conselheiros aprovaram as suas contas.

Antonio Joaquim, Presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso

 O conselheiro relator das contas da gestão criminosa que se estalou em Mato Grosso foi o atual presidente do tribunal de contas, Antônio Joaquim, não bastando o escândalo da aprovação das contas do ex-governador preso, veio a tona a compra da cadeira de conselheiro titular que girava em torno de quatro a dez milhões de reais.

 Um outro escândalo são a respeito das empresas de informática, que detém valores milhonários encontrados que no mínimo causa estranheza, por que os dados das licitações e pagamentos giram em torno de cinquenta (50) milhões de REAIS.

 Não há nada transparente quando se tenta saber quanto a esses contratos; e agora um outro escândalo faz com que a credibilidade e transparência ao qual o TCE divulga em campanhas públicitarias com valores exorbitantes, pois nunca se gastou tanto em publicidade na atual gestão do Presidente Antônio Joaquim, mas isso não é nada comparado aos escândalos das propinas cobradas pelos conselheiros ao ex-governador, hoje presidiário, Silval.

segundo o “ex-homem Forte” Pedro Nadaf declarou em depoimento ao GAECO que parcelas de propinas eram pagas na ordem de 3 milhões e meio para que as contas fossem aprovadas pela corte de contas, a soma de 14 parcelas somaria um valor de cinquenta milhões de reais desviados dos cofres públicos para pagar os conselheiros.

Segundo uma outra fonte, que revelou quanto a propina que ainda se extendeu, pois o relator das contas de Silval na época era o conselheiro que hoje preside o TCE, Antonio Joaquim, pois a mesma fonte revela que houve uma simulação de compra de uma fazenda por parte de uma pessoa ligada ao conselheiro e ex-goverdor Silval para que fosse legalizado mais uma propina.

Diante dessa verdadeira avalanche de corrupção, crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e desvio de dinheiro público, formação de quadrilha e principalmente contra o  cidadão de bem que paga seus impostos a cada dia, será que este tribunal tem a credibilidade necessária para julgar os investimentos por parte dos gestores públicos nas áreas da educação? “Que tem influencia direta na vida de todas as pessoas que necessitam, um ensino publico dentro do estado”. Da saúde que pode salvar a vida das pessoas que não tem como adquirir um plano de saúde e nas obras de infra-estrutura ligadas ao dia-dia em nossas vidas.

Uma pergunta que não quer se calar: Este tribunal tem a credibilidade e a transparência para fiscalizar e julgar?

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Comissão debate políticas públicas para pessoas com altas habilidades e superdotação

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (26), políticas públicas voltadas às pessoas com altas habilidades e superdotação. O debate será às 16 horas, em plenário a ser definido.

A audiência pública atende a pedido da deputada Nely Aquino (Pode-MG). Segundo a parlamentar, estudantes com altas habilidades e superdotação integram o público da educação especial no Brasil, mas ainda são pouco identificados no sistema educacional.

Ela afirma que os dados do Censo Escolar da Educação Básica mostram um número reduzido de estudantes identificados com altas habilidades e superdotação em relação ao total de matrículas, o que evidencia dificuldades nos processos de identificação, registro e acompanhamento desses alunos.

Nely Aquino destaca que muitos estudantes, especialmente os que apresentam dupla excepcionalidade ou não se enquadram no perfil acadêmico tradicional, ainda enfrentam dificuldades para que suas necessidades educacionais sejam atendidas.

“Embora a legislação brasileira assegure o direito ao atendimento educacional especializado, observa-se que sua implementação ainda ocorre de forma desigual e, por vezes, insuficiente, o que compromete o pleno desenvolvimento das potencialidades desses estudantes e sua efetiva inclusão educacional”, afirma a parlamentar.

Da Redação – RL



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