Mato Grosso
Homem acusado de feminicídio em Ribeirão Cascalheira é preso em Confresa
Mato Grosso
Da Redação
Um homem acusado de matar uma mulher a facadas na cidade de Ribeirão Cascalheira teve o mandado de prisão cumprido, na manhã de sábado (30.06), em Confresa (1.160 km a Nordeste), pela Polícia Civil. O suspeito, Dionata Gomes dos Santos, 26, teve a ordem de prisão decretada pela Justiça de Ribeirão Cascalheira pelo crime de feminicídio, após ser identificado como autor. Ele tinha um relacionamento amoroso com a vítima e tentava reatar.
O crime que vitimou Leidiane Aparecida Morais de Souza, 27, ocorreu no dia 13 de junho, em via pública, no bairro Alvorada, em Ribeirão Cascalheira. Na ocasião, a vítima estava em uma motocicleta quando foi abordada pelo suspeito que usava capacete e desferiu 14 golpes de faca contra ela.
Logo após o crime, o suspeito foragiu tomando rumo ignorado e desde então estava foragido. Durante as investigações, os policiais de Ribeirão Cascaleira conseguiram levantar índicios que apontar o suspeito como o autor do crime, sendo representado pela sua prisão temporária (30 dias). “As características física dele coincidem com as características descritas pelas testemunhas e por se tratar de um ex-companheiro da vítima, a qual estava tentando reatar o relacionamento, foi pedida a prisão”, disse o delegado Deul Paixão, que preside o inquérito policial.
Em continuidade aos trabalhos, os investigadores descobriram que o investigado estava residindo na cidade de Confresa e acionaram a equipe da Polícia Civil local que efetuou a prisão do suspeito.
O delegado informou que as investigações continuam para confirmar que o suspeito foi autor do crime.
Após o término dos procedimentos, o suspeito foi encaminhado para a Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte, à disposição da Justiça.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades5 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política6 dias atrásCRE aprova marco da OIT sobre saúde e segurança no trabalho
-
Política3 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades4 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades5 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política6 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política4 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Política5 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos


Você precisa estar logado para postar um comentário Login