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Moradores tentam tirar nome Emílio Odebrecht de rua em Salvador

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Moradores vão à prefeitura de Salvador para trocar nome da Rua Emílio Odebrecht, uma homenagem ao bisavô de Marcelo Odebrehct e não ao pai e delator

 

Da Redação

 

Um grupo de soteropolitanos procurou a prefeitura de Salvador com um pedido que releva a que ponto chegou a vergonha em estar associado ao nome Odebrecht, a maior empreiteira do país e outrora um símbolo do orgulho baiano. Eles queriam mudar o nome da rua onde vivem, no bairro da Pituba. Ela se chama Rua Emílio Odebrecht.

Os moradores foram demovidos da ideia. Por meio de consulta a registros oficiais, eles descobriram que o batismo da rua não era uma reverência ao hoje notório Emílio Odebrecht, o patriarca do clã que ao lado do filho Marcelo Bahia Odebrecht delatou com naturalidade à Operação Lava-Jato como corrompeu políticos e financiou irregularmente campanhas eleitorais por mais de trinta anos, em troca de benefícios para seu grupo empresarial.

SE ESSA RUA FOSSE MINHA – Moradores tentaram tirar o nome de Emílio Odebrecht, o avô, por causa do envolvimento do neto e atual patriarca do clã na Operação Lava-Jato, da qual é um dos delatores .

A rua homenageia outro Emílio Odebrecht, um dos precursores da construção civil no Nordeste, antigo sócio da Isaac Gondim e Odebrecht Ltda e criador, em 1923, da Emílio Odebrecht & Cia. O Emílio Odebrecht em questão foi pai de Norberto Odebrecht, fundador da atual construtora, avô de Emílio Odebrecht e bisavô de Marcelo Odebrecht – os dois últimos delatores da Lava-Jato.

Por enquanto, tudo como dantes na Rua Emílio Odebrecht, assim batizada em 1966, por meio de lei aprovada na Câmara Municipal e sancionada pelo então prefeito biônico Nelson de Oliveira. Mas o prestígio da família ficou abalado.

 

Fonte: Veja

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Escola dos Servidores promove nova capacitação em Gestão de Bens Judiciais no dia 25 de maio

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A Escola dos Servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso realizará no dia 25 de maio, das 14h às 18h, mais uma turma da capacitação em Gestão de Bens Judiciais, ofertada em formato virtual.

O objetivo da formação é orientar servidores das unidades criminais quanto ao uso adequado do Sistema Nacional de Gestão de Bens (SNGB), ferramenta que organiza e padroniza o registro e o acompanhamento de bens sob responsabilidade do Judiciário.

🎓 Conteúdos abordados

A formação apresenta os conceitos fundamentais do sistema e atividades práticas que simulam situações reais das unidades criminais. Entre os aprendizados previstos, estão:

– Finalidade e papel estratégico do SNGB na gestão de bens.

– Navegação inicial: acesso, perfis e menus principais.

– Estrutura de classificações: categorias, classes, subclasses e especificações.

– Configurações essenciais para uso das unidades.

– Cadastro e manutenção dos bens judiciais e seus respectivos vínculos processuais.

– Envio, recebimento e gestão de remessas, incluindo anexação de documentos.

– Emissão de comprovantes, QR Codes e visualização de históricos.

– Utilização de painéis e relatórios gerenciais para análise dos dados.

📌 Inscrição – Turma 6:

https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa4-0a58-7f49-08de698678c7

As orientações técnicas, incluindo acesso à sala virtual, materiais de apoio e instruções operacionais, serão enviadas diretamente aos inscritos próximos ao início da capacitação.

🧭 Sobre o SNGB

Instituído pelas Resoluções nº 483/2022 e nº 626/2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o SNGB padroniza, em âmbito nacional, o registro, o monitoramento e a destinação dos bens sob responsabilidade do Poder Judiciário.

A ferramenta fortalece a transparência e a rastreabilidade desses itens, além de promover maior uniformidade nos procedimentos adotados pelas secretarias judiciais.

Autor: Ana Assumpção

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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