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Fórum de Curitiba vai fechar para interrogatório de Lula

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Justiça Federal suspendeu as atividades e o atendimento ao público marcados para o dia 10 de maio, quando Lula ficará frente a frente com Moro

 

Da Redação

 

A Justiça Federal de Curitiba decidiu fechar as portas da sua sede e suspender todas as atividades na próxima quarta-feira, dia 10 de maio, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será interrogado pela primeira vez pelo juiz federal Sergio Moro na ação penal em que é réu por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Segundo decisão da juíza federal diretora do foro, Gisele Lemke, só os diretamente envolvidos no caso poderão acessar o prédio que fica no bairro Ahu, em Curitiba — para isso, deverão enviar os nomes para a direção do tribunal que os encaminhará à Polícia Militar. Será barrada a entrada de outras pessoas — juízes, advogados, servidores, estagiários e o público.

“Suspender o atendimento ao público e os atos e prazos processuais dos demais processos no âmbito da Subseção Judiciária de Curitiba, no dia 10 de maio de 2017”, diz o artigo 1º da portaria nº 744, baixada nesta quarta-feira. 

A precaução foi tomada por causa dos protestos a favor e contra Lula que devem acontecer nas imediações do prédio. Carreatas estão sendo organizadas para levar militantes ao local. Na portaria, a juíza escreveu que levou em conta a “notícia de diversas mobilizações de movimentos sociais”, a estratégia montada pelas Polícias Militar e Federal e “a necessidade de garantir a segurança do público interno e externo”. Casos urgentes deverão ser encaminhados ao plantão judicial, que estará funcionando.

 

Fonte: veja

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Hugo Motta defende emendas parlamentares e critica comparação com penduricalhos

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu as emendas parlamentares como instrumento de política pública para melhorar a qualidade de vida da população, sobretudo nos locais onde o governo não consegue chegar.

Em entrevista à Rádio TMC, ele afirmou que não há comparação entre os chamados “penduricalhos”, vantagens em dinheiro que determinados servidores recebem acima do teto constitucional, e as emendas parlamentares.

Para Motta, a comparação entre emendas e penduricalhos é feita por quem não conhece política pública.

“Fazer comparação de emenda com penduricalho é não entender de política pública. Penduricalho é vantagem pessoal recebida acima do teto funcional. Qualquer problema no empenho das emendas, eu defendo que seja apurado. Agora, não posso aceitar que essa generalização venha a prejudicar esse instrumento que melhora a qualidade de vida dos brasileiros”, declarou.

Dosimetria
Motta voltou a defender a derrubada do veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao texto que permite a revisão das penas dos condenados pela tentativa de golpe de Estado em 2023.

Segundo ele, o texto foi aprovado pelas duas Casas legislativas em comum acordo para que a sociedade tenha uma solução para as penas concedidas de maneira exagerada.

“Vamos defender a aplicabilidade da Lei da Dosimetria”, disse Motta.

Segurança pública
Hugo Motta também afirmou que o problema da segurança pública é uma das demandas da sociedade brasileira. Segundo ele, é preciso reagir com leis mais duras e políticas públicas que impeçam que o país se torne um “narcoestado”, com o crime organizado infiltrado no Estado brasileiro.

“Não podemos fechar os olhos para essa situação e temos de sensibilizar as autoridades, porque precisamos agir de maneira conjunta e integrada”, defendeu o presidente da Câmara.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira



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