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Pais ou responsáveis terão mais uma oportunidade para solicitar vaga em creches de Cuiabá

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Da Redação

 

Os pais ou responsáveis que não conseguiram fazer a solicitação de matrícula para as unidades de creche da capital terão mais uma oportunidade. A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Educação, disponibiliza a partir desta terça-feira (5), no seu portal, o Cadastro de Demanda de Matrícula.

A coordenadora da Comissão Permanente de Demanda Escolar (CPODE), Angely Arruda explicou que os pais ou responsáveis devem solicitar as vagas por meio do link. “Para os pais ou responsáveis que fizeram as solicitações de matricula em dezembro, por meio do Portal Matricula WEB, a secretaria está fazendo o encaminhamento para as unidades que já estão disponibilizando as vagas remanescentes e aquelas que serão disponibilizadas por meio da contratualização com as unidades filantrópicas”, disse ela.

Portanto, os pais que não fizeram a solicitação em dezembro devem acessar o Cadastro de Demanda de Matricula e preencher o formulário, que é bem simples. 

O serviço ficará disponível durante todo o ano letivo de 2019.

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Comissão aprova atualização das regras do ECA sobre educação básica

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A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta quarta-feira (12) projeto que amplia, no Estatuto da Criança e do Adolescente(ECA), as referências à educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos. A medida adequa as regras do estatuto ao que já estabelece a Constituição.

O PL 2.234/2024, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), segue para votação no Plenário do Senado. O parecer favorável do senador Flávio Arns (PSB-PR) foi lido pelo senador Esperidião Amin (PP-SC). Antes de chegar à CE, o projeto havia sido aprovado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH).

Educação básica

A principal mudança é substituir, em dispositivos do ECA, referências restritas ao ensino fundamental pela expressão “educação básica obrigatória”. A alteração alinha o estatuto, aprovado em 1990, ao que estabelece atualmente a Constituição, que assegura educação obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos, inclusive para quem não teve acesso à escola na idade adequada.

O projeto amplia para toda a educação básica a referência aos programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. O texto determina ainda que o poder público recenseie os estudantes na faixa etária da educação obrigatória, faça a chamada e acompanhe, em conjunto com pais ou responsáveis, a frequência escolar.

Outra alteração substitui a expressão “estabelecimentos de ensino fundamental” por “estabelecimentos de educação básica” no trecho do ECA que trata das obrigações dos dirigentes escolares. A proposta prevê o estímulo a pesquisas, experiências e novas iniciativas destinadas à inclusão de crianças e adolescentes que estejam fora da educação básica obrigatória.

No relatório, Arns afirma que a proposta atualiza o ECA para adequá-lo ao alcance da educação obrigatória já estabelecido pela Constituição.



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