Mato Grosso
Primeira-dama de VG comemora aniversário ampliando ações sociais no município
Mato Grosso
A primeira-dama de Várzea Grande, promotora de Justiça Januária Dorileo, tem sido parceira voluntária determinada do esposo prefeito, Kalil Baracat, no tocante à agilização de frentes sociais resolutivas em todos os flancos do município. Ela entende que deve ser empreendido ritmo de trabalho prioritário também nesse sentido, além da Saúde, o que é sumamente importante para minimizar os graves efeitos de vulnerabilidade social causados pela pandemia
Da Redação
A primeira-dama de Várzea Grande, promotora de Justiça Januária Dorilêo Kalil Baracat, que atua no Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA) e já foi responsável pela recuperação de mais de R$ 2 bilhões em impostos sonegados, comemora hoje mais um ano de vida. Dinâmica, ela disse não ter tempo para comemorar o próprio aniversário, em face de encargos profissionais que requerem dedicação ininterrupta.
Também pontuou que o município várzea-grandense ainda registra demandas sociais que precisam ser resolvidas, a despeito de várias já terem sido solucionadas na atual gestão, apoiadas por programas instituídos pelo governo estadual e pela ALMT, entre outros parceiros.
Logo após a posse de Kalil, Januária Dorilêo se reuniu com a primeira-dama de MT, Virgínia Mendes, para alinhar mais ações sociais. “Os programas sociais do Estado são referência”, elogiou, mostrando-se receptiva para somar para o alcance de mais dados promissores no campo social.
Conforme Januária Dorilêo, não somente Várzea Grande, mas todo o Estado desponta hoje com horizontes mais alvissareiros, após a turbulência de desespero causada pela pandemia. “É preciso assistir a quem tem fome, e o Estado tem feito a sua parte. Em VG, a administração tem se pautado com idêntica linha assistencial, implementando ações inseridas nos programas sociais de governo. Infelizmente, ainda registramos alto índice de desemprego e outras deficiências gritantes em todo o País, o que exige atenção constante das instituições. Mas é preciso enaltecer o trabalho de quem tem se esforçado nacionalmente para fazer o “dever de casa”, marcando pontual presença de apoio”.
Ela ainda ressaltou ser voluntária de plantão para contribuir no que for preciso com VG. “É sempre um prazer poder ajudar. A atual gestão está focada no desenvolvimento municipal, na melhoria dos serviços públicos e órgãos, e para isso conta com equipe harmônica, disposta a trabalhar dia e noite. Há entusiasmo coletivo para que VG cresça e se torne potencial comercial e industrial. O prefeito Kalil é jovem e tem disposição para tocar empreendimentos que vão fazer muita diferença futuro afora. Por ora, tem conseguido avançar significativamente, o que é alento para quantos acompanham seu trabalho”.
,
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Cidades6 dias atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política4 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades5 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Cidades6 dias atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Política7 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Política6 dias atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos
-
Política5 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Cidades3 dias atrásEducação de Várzea Grande vai ampliar atendimento aos estudantes com implementação da Política de Educação Integral em Escolas em Tempo Integral


Você precisa estar logado para postar um comentário Login