Mato Grosso
Quatro são detidos por receptar gado furtado de fazenda em Poconé
Mato Grosso
Da Redação
Quatro pessoas envolvidas na receptação de gado furtado de uma fazenda de Poconé (104 km ao Sul) foram identificadas e detidas pela Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (26.12), durante investigações na zona rural do município. Entre os detidos estão, a senhora J.S.R., 64, os suspeitos J.S.S., 36, F.A.C.,62 e o adolescente J.S.S., de 15 anos.
As investigações iniciaram assim que a equipe da Delegacia de Poconé tomou conhecimento do furto de gado ocorrido em uma fazenda na região do Cavalo Branco, na zona rural do município. Durante diligências na região, os policiais localizaram 24 cabeças de gado furtado no sítio da senhora J.S.R.
Em continuidade as investigações, os policiais foram até o sírio de J.S.S, onde apreenderam 2 rezes também produto do furto na fazenda. O filho do suspeito, de 15 anos, foi apreendido por ter ajudado o pai a tocar o gado até a propriedade junto ao pai. Em seguida, os investigadores detiveram F.A.C. por ter cedido o embarcado de gado do seu sítio e colaborado para o carregamento de aproximadamente 85 rezes em dois caminhões boiadeiros.
O gado recuperado na ação foi devolvido ao proprietário. Os suspeitos foram conduzidos a Delegacia de Poconé, onde após serem interrogados os suspeitos foram autuados em flagrante por receptação. O adolescente foi entregue a um responsável e os demais envolvidos foram encaminhados para audiência de custódia.
Mato Grosso
Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação
Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.
Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.
“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.
A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.
“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.
Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.
A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.
Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.
O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
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