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Dono de empresa de segurança é detido por receptação

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Empresário disse que comprou moto por R$ 1 mil, mas não soube precisar o nome do vendedor

 

Da Redação

O empresário T.M.R., de 30 anos, foi preso na madrugada desta quarta-feira (26), após um funcionário que presta serviço para ele ser abordado na rua com uma moto roubada.

 

De acordo com o boletim de ocorrência, o homem estava trafegando na Avenida Palmiro Paes de Barros, por volta das 3h da manhã, quando foi abordado pela Polícia Militar.

 

Após não encontrar nada de ilícito com o suspeito, os policiais verificaram que a motocicleta era produto de roubo.

 

Questionado a respeito, o homem alegou que a motocicleta não era dele, que estava trabalhando como segurança e que o veículo era da empresa.

 

Com isso, os PMs pediram que o segurança os levasse até a casa do dono da empresa.

 

Ao chegar no local, o empresário informou que havia comprado a motocicleta no Bairro Pascoal Ramos, de uma pessoa cujo nome ele não se lembrava, pelo valor de R$ 1 mil.

 

Foi dada voz de prisão e T.M.R foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá.

 

A motocicleta também foi apreendida e encaminhada para o Detran.

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Polícia Civil indicia gerente por uma série de crimes de assédio sexual contra funcionárias

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A Polícia Civil concluiu, nesta quinta-feira (18.6), o inquérito que investigou uma série de crimes sexuais dentro de uma empresa em Cuiabá e indiciou um homem, de 32 anos, pelos crimes de assédio e importunação sexual.

Segundo a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, o suspeito, que exercia a função de gerente operacional, utilizava sua posição de autoridade para submeter funcionárias a situações humilhantes e de conotação sexual indesejada em uma empresa no bairro Parque Cuiabá.

O padrão de comportamento abusivo incluía elogios invasivos sobre os corpos das vítimas, contatos físicos indesejados, como abraços prolongados, e propostas sexuais explícitas feitas durante o expediente.

Três mulheres, duas de 27 anos e uma de 41, detalharam episódios de profundo constrangimento, incluindo questionamentos vulgares sobre práticas íntimas e propostas sexuais inadequadas ocorridas em áreas comuns da empresa.

A gravidade das condutas levou as vítimas a pedirem demissão, por não suportarem o ambiente laboral degradante e o severo abalo emocional sofrido.

As investigações revelaram que o suspeito já possuía múltiplos registros de ocorrência por fatos de natureza semelhante, o que reforça o caráter habitual de suas investidas criminosas contra colaboradoras.

A delegada titular da DEDM, Liliane Soares Diogo, ressaltou a gravidade da exploração da vulnerabilidade das trabalhadoras.

“O uso da posição de comando para violar a dignidade e a liberdade sexual de subordinadas é uma forma intolerável de violência de gênero, que compromete não apenas a carreira, mas a saúde mental das vítimas e a integridade de todo o ambiente laboral”, afirmou.

Com o encerramento do inquérito, o relatório final foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a análise e providências de persecução penal.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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