Mato Grosso
“ZapObras facilita recebimento e atendimento das demandas da população”, diz Stopa
Mato Grosso
A nova ferramenta não está disponível para ligações telefônicas ou de chamadas de vídeo
Da Redação
Com o intuito de facilitar o acesso da população aos serviços ligados à área de infraestrutura, a Secretaria Municipal de Obras Públicas passa a receber demandas por meio de mensagens de texto, via aplicativo WhatsApp. A inclusão da ferramenta nos canais de comunicação é uma iniciativa do vice-prefeito José Roberto Stopa, que também é o titular da Pasta. O ZapObras atende o cidadão pelo número (65) 9 9216-0484
O novo instrumento é voltado para aqueles que residem tanto no perímetro urbano quanto na zona rural da Capital e desejam formalizar sugestões, pedidos de serviços, elogios ou até mesmo denúncias relacionadas às atividades desenvolvidas pela Secretaria. Dessa forma, podem ser solicitados pelo número os trabalhos de manutenção na rede de drenagem de águas pluviais, tapa-buraco, patrolamento e manutenção de pontes.

Divulgação SECOM
“Infelizmente, ainda estamos enfrentando uma pandemia, que nos fez suspender os atendimentos presenciais. Pensando nisso, o prefeito Emanuel Pinheiro determinou que criássemos alternativas para aproximar o cidadão dos serviços públicos. Essa é a função do ZapObras. Por meio dele, é possível comunicar uma boca de lobo entupida, uma tampa de bueiro quebrada, um buraco na rua”, explica o secretário de Obras Públicas.
Stopa destaca que a ideia é tornar cada vez mais efetiva a participação da população no processo de cuidado da cidade e dar mais agilidade no atendimento das demandas. Nesse sentido, por ser de fácil acesso e manuseio, o WhatsApp foi adotado com mais uma ferramenta de apoio. O vice-prefeito reforça que o número não está disponível para ligações telefônicas ou de chamadas de vídeo.
Os atendimentos são feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Todas as mensagens recebidas são repassadas diretamente para o secretário de Obras Públicas, que encaminha os casos aos diretores de cada setor para que sejam inseridos na programação. Além das demandas via WhatsApp, o planejamento é feito a partir do trabalho de monitoramento, de solicitações recebidas de lideranças comunitárias e também de indicação de vereadores.
“O WhatsApp tem a característica de ser simples e ágil. Utilizando esse canal, a população pode, além de relatar o problema por escrito, enviar vídeos, fotos e também a localização exata. Somente pedimos a colaboração da população para que não façam ligações e utilizem essa nova opção com responsabilidade. A cidade é grande e muitas vezes não conseguimos monitorar todas as situações. Por isso, queremos reforçar essa parceria com o cidadão, que é o maior interessado na resolução dos problemas”, pontua Stopa.
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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