Política
Prefeito de Rosário Oeste intensifica trabalhos no social para atende os mais carentes
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Da Redação
Preocupado com os menos favorecidos, ainda mais neste momento de crise, o prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto esteve no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), para debater com os profissionais da pasta, sobre as demandas e buscar as melhores condições, que venham de encontro com a necessidade da população.
Hoje, o CRAS é a instituição responsável pelas análises das condições de famílias em situação precária, cadastramentos para receber os auxílios, seja dos governos federal, estadual e municipal, e a organização de eventos da Assistência Social, que atendem a população carente.
Questões como de crianças, idosos e enfermos acamados, são também tratados pelos profissionais do CRAS. Neste período de pandemia do coronavírus, ações como confecções de mascaras, distribuição de cestas básicas, outros tipos de alimentos e kit higiene, contendo de detergente a álcool 70%, passam pelo CRAS.
Desta forma, reconhecendo da importância das atividades desenvolvidas por esta pasta, o prefeito esteve no CRAS, com objetivo de trabalhar por melhores condições, mostrando a responsabilidade e compromisso que tem com a população menos favorecida.
“Sabemos da importância dos trabalhos desenvolvidos pelo CRAS, ainda mais neste momento que existe tanta demanda, por isso fiz questão de estar no local, para verificar de que forma podemos fazer mais e melhor por nossa população”, explicou o prefeito Alex Berto.
Nos últimos dias, o prefeito participou de um evento em parceria com o Governo do Estado, Assembleia Legislativa e Prefeitura de Rosário Oeste, quando começaram a distribuição dos cartões do Projeto Ser Família Emergencial, atendendo centenas de famílias do município, que vivem tanto na cidade, como nas comunidades rurais.
Os beneficiados receberam um cartão com o crédito de R$ 750,00, divididos por cinco meses de R$ 150,00.
Foto: Assessoria/Rosário
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Sancionada ampliação de produtos em estoque público para alimentação animal
Pequenos criadores terão acesso a mais opções de produtos para a alimentação dos rebanhos por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB). A lista, que incluía apenas o milho, passa a abranger também sorgo, caroço de algodão, farelo de soja, farelo de milho e outros produtos usados na alimentação animal. A mudança está na Lei 15.490, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada nesta terça-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU).
Além de ampliar a lista de produtos que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) poderá adquirir para o ProVB, a medida também facilita o acesso de pequenos criadores aos estoques públicos administrados pela estatal. Podem participar do programa pequenos criadores com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ativo e aqueles sem o cadastro que atendam aos limites de renda do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e explorem imóvel rural de até 10 módulos fiscais. Cooperativas agropecuárias e associações de agricultores familiares com CAF ativo também passam a ser beneficiárias.
O texto modifica a Lei 8.171, de 1991 para estabelecer a realização de leilões públicos destinados à formação de estoques de produtos agrícolas. A nova lei autoriza a Conab a comprar de produtores rurais e cooperativas, por meio de leilões públicos, produtos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) por até 25% acima do preço mínimo.
A estatal também poderá vender diretamente estoques públicos para ações de abastecimento e segurança alimentar, inclusive para pequenas empresas, associações e cooperativas. O limite mensal de compra permanece em 27 toneladas para pequenos criadores e será de até 80 toneladas para cooperativas e associações. O teto anual de 200 mil toneladas para as compras do ProVB deixa de existir, e o volume passará a ser definido anualmente pelo Poder Executivo, conforme a disponibilidade orçamentária e financeira.
As competências relacionadas ao ProVB passarão a ser exercidas conjuntamente pelos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, da Agricultura e Pecuária e da Fazenda.
Origem
A medida tem origem no PL 3.289/2026, do senador Beto Faro (PT-PA). A proposta recebeu parecer favorável da senadora Teresa Leitão (PT-PE). Para a relatora, o texto gera maior previsibilidade para os pequenos produtores e protege a sociedade contra variações bruscas no preço dos alimentos. Ela destacou também a inclusão de cooperativas e associações de agricultores familiares como beneficiárias do programa.
— Em um mercado global impactado por custos de produção oscilantes e instabilidade geopolítica, conceder às cooperativas e associações a capacidade de adquirir insumos estratégicos diretamente do Estado com preços justos e regionalmente balizados consiste em relevante garantia de viabilidade para os empreendimentos da agricultura familiar — afirmou a senadora.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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