Mato Grosso

“Desinformação”: O “Dilema” está aí, cai quem quer?

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Mato Grosso

Da Redação.

Para quem acreditava no jovem sindicalista que lutava pelo bem comum de toda uma categoria, não imagina que interesses singulares era o principal objetivo, assim a vida pública daquele que desenvolve a política com características da conveniência é marcada com ações que não condiz com a base democrática, e serviços sociais que a população necessita.

Com um histórico de troca de partidos, e flexibilidade “de vara de goiabeira”, quanto a refere aos posicionamentos entre a base e oposição a gestão, de acordo com o favorecimento “dos ventos”, assim ficou marcada a gestão passada do vereador Dilemário do Vale Alencar.

Para quem não se lembra, no princípio da gestão Emanuel Pinheiro, o vereador Dilemário era integrante da base do prefeito, ainda não se sabe quais foram as reais causas, circunstância, razões ou secretaria, que fez o parlamentar municipal, “virar a casaca”.

De meados da gestão passada até hoje, o vereador vem seguindo a linha de oposição, até aí, nada que não esteja enquadrado nos moldes da democracia, ele está cumprindo com um dos deveres do vereador, que é fiscalizar o exercício poder executivo municipal.

Porém, a conduta do parlamentar deixou a desejar, passando a levantar dúvidas, quando os atos não se apresentam verdadeiramente as realidades dos fatos, com atividades de cunho eleitoreiro, sensacionalista, visando distorcer dados, inviabilizando o cumprimento do direito do cidadão as informações verídicas.

Nos últimos dias, o popular ditado “o tiro saiu pela culatra”, levando a ações do vereador cair no descrédito, movimentou o cenário politico e social, depois que um vídeo falando sobre a questão do transporte público de Cuiabá, ganhou as redes sociais.

O grande “Dilema”, ficou por conta que o vereador já tinha conhecimento, desde o ano passado do processo de licitação para aquisição dos veículos, como também, dos trâmites que precisam ser percorridos, até os ônibus chegarem em Cuiabá.

Para muitas pessoas, a “política do quanto pior melhor’, não representa ainda mais neste período de renovação, pós crise de pandemia, o que a sociedade quer são atos, atividades, projetos, que venham atender diretamente as necessidades do povo cuiabano.

Foto: Reportagem

A falta de credibilidade e desenvolvimento do mandato está tão em baixa, segundo opinião de boa parte da população, que hoje 25.05.2021, a Deva Gazela foi até a Câmara Municipal de Cuiabá, com objetivo de entregar o ‘Troféu Abacaxi”. Segundo informações de bastidores, ao saber que estava sendo procurado pela Gazela, o vereador Dilemário Alencar sumiu do local.

A equipe de reportagem tentou entrar em contato com o vereador, para falar sobre os assuntos, mas até o fechamento da matéria, ele não foi localizado.  

 

Foto: Mary Juruna / Arquivo CMT

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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