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Visita do governador mobiliza região do Alto do Rio Paraguai; 17 prefeitos confirmam presença

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Mauro Mendes vistoria obras de infraestrutura em São José do Rio Claro, Diamantino, Arenápolis, Nortelândia e Nova Marilândia

Da Redação

O governador Mauro Mendes fará uma vistoria em obras de infraestrutura na região dos municípios de São José do Rio Claro, Diamantino, Arenápolis, Nortelândia e Nova Marilândia nesta sexta-feira (21.05). A ida do governador à região mobilizou a população e autoridades, seis deputados estaudais e 17 prefeitos, entre eles, os que fazem parte do Consórcio Alto do Rio Paraguai, confirmaram que acompanharão a visita. 

As vistorias serão realizadas nas rodovias MTs 492, 249, 343, 240 e 160. As obras de infraestrutura fazem parte do programa Mais MT e vão beneficiar toda a região, facilitando a locomoção da população e o escoamento da produção agrícola. Mauro Mendes também participa da reabertura do Hospital Nossa Senhora de Santana, em Nortelândia. A reforma da unidade foi viabilizada pelo ex-senador Cidinho Santos, por meio de uma parceria entre empresários locais, Prefeitura e Governo do Estado. 

Também acompanharão o governador, prefeitos e lideranças de outras cidades e autoridades do Estado, como os deputados estaduais Eduardo Botelho, Wilson Santos, Dilmar Dal Bosco, Dr. João, Paulo Araújo e Elizeu Nascimento, os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Gilberto Figueiredo (Saúde) e Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico), além de senadores e deputados federais e o ex-senador Cidinho Santos. 

Fazem parte do consórcio os municípios de Alto Paraguai, Barra do Bugres, Campo Novo do Parecis, Diamantino, Nortelândia, Nova Maringá, Nova Olímpia, Porto Estrela, Santo Afonso, São José do Rio Claro, Tangará da Serra e Nova Marilândia. 

Programação 

8h30 – Vistoria do asfaltamento da MT-492, trecho São José do Rio Claro – Nova Maringá.
11h – Vistoria na restauração da MT-240, trecho Diamantino – Nortelândia. 
12h – Reabertura do Hospital Nossa Senhora de Santana, em Nortelândia.
13h – Vistoria na obra de restauração da MT-343, trecho Arenápolis – Denise. 
13h50 – Vistoria da restauração da MT-240 / 160, trecho Arenápolis – Santo Afonso – Nova Marilândia.
14h30 – Reunião com lideranças, em Nova Marilândia

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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