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PROS-MT: Quem pode mais chora menos

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Da Redação

Preparando o terreno, seja com ações da “velha política” ou por atitudes que venham de encontro com as demandas da população, assim do PROS-MT, muda as peças de suas lideranças, destituindo o deputado estadual João Batista da presidência, onde assumiu a diretora executiva da sigla nacional, Laodicéia Rocha.

A informação da destituição da presidência do partido, que foi publicada na rede social do deputado João Batista movimentou o cenário da política estadual, por vários motivos, desde cogitações que já vinham acontecendo das últimas eleições, quando houve uma incompatibilidade política entre os integrantes, já que parte seguiu praticamente neutro na disputa eleitoral, e outra ala preferiu apoiar o candidato da oposição.

“Apesar de ser mulher, uma das frases que mais causaram controversas durante debate eleitoral 2020”.

De acordo com informações de bastidores, as divergências de ideais, projetos, propostas, meta e objetivos, mesmo que seja a base da democracia, foi o principal motivo que abalou os “pilares” do partido, já que as principais lideranças eram representadas seja pelo deputado João Batista, como por Gisela Simona, suplente de deputada federal, demonstraram seguir caminhos diversos.

Foto: SECOM/ALMT

Outros dados de bastidores, revelam que tanto o deputado João Batista, como os seus apoiadores já não vinham contentes com as ações da executiva nacional, que estaria deixando de privilegiar uma liderança no exercício do mandato eleito eleitos, para atender outra derrotada duas vezes consecutivas.

“Os posicionamentos de Oscarlino Alves, popularmente conhecido como Maestro, durante a disputa eleitoral no segundo turno (neutro), como depois, secretário municipal de turismo”.  

As cogitações de Gisela Simona ser pré-candidata a deputada estadual, também teria incomodado e terminado de explodir o que ainda restava da política de boa vizinhança.

“A foto registrando uma reunião de Gisela com membros da executiva em Cuiabá, para supostamente tratar da destituição do deputado e agora ex-presidente do Pros-MT, acirrou ainda mais as divergências entre as lideranças”.

Foto: Gisela reprodução

Dados históricos apontam para fatos de engenharias, manobras, pondo, sobrepondo e destituindo lideranças de cargos, um dos fatos é referente ao vereador por Cuiabá, Dilemário Alencar, hoje filiado ao Podemos, mas foi uma liderança de extrema importância, para o desenvolvimento e crescimento do PROS em Cuiabá.

“Vereador Dilemário Alencar, vítima ou vilão”?

Foto: Câmara de Vereadores

Até o momento, ainda não se sabe ao certo dos reais motivos, causas circunstâncias ou razões, que tiraram a presidência municipal do partido, e fizeram Dilemário Alencar deixar a sigla que tanto trabalhou para construir.

Segundo informações de bastidores, movimentações ocultas da última eleição estadual e federal, atos ainda não esclarecidos, teriam prejudicados uma ala do PROS-MT, resultando na punição de exclusão e isolamento, até a mudança de partido.

Certo é, que as mudança no Pros-MT são constantes, resta saber se são para agregar ou cair no anonimato e descrédito.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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