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Jornal Nacional aponta que apenas Cuiabá e outras quatro capitais possuem doses de Coronavac para serem utilizadas

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Isso porque, a capital mato-grossense decidiu não utilizar todas as remessas recebidas como 1ª dose, para acelerar a imunização e reservou como 2ª dose para aqueles já haviam se vacinado

Da Redação

Um levantamento feito pelo Jornal Nacional e exibido na edição transmitida na noite desta quarta-feira (12), apontou que apenas Cuiabá e outras quatro capitais do Brasil, além do Distrito Federal, ainda possuem doses da Coronavac para aplicação da segunda dose.

Isso porque, a capital mato-grossense decidiu não utilizar as doses que recebeu como 1ª dose, conforme orientado inicialmente pelo Ministério da Saúde, para acelerar a vacinação da população brasileira, e reservar para aqueles que já haviam tomado a 1ª dose, como era o programado. Pela atitude, a Prefeitura de Cuiabá chegou inclusive, a ser acusada de estar “estocando” vacinas, o que logo foi desmentido pelo prefeito Emanuel Pinheiro, ao explicar da sua decisão de guardar as 2ª doses de quem já havia tomado a primeira. “Em Cuiabá, quem toma a primeira dose, não há a menor possibilidade de sua vacina estar escondida. Ela estará armazenada porque é patrimônio do cidadão que tomou”, afirmou o prefeito.

Ainda conforme o estudo do jornal, o imunizante está em falta em ao menos 20 capitais, oito já suspenderam a vacinação da segunda dose, por conta da falta de remessas, que conforme o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, informou, não há previsão de entrega de novas doses da Coronavac.

Atualmente os grupos que ainda estão recebendo a 2ª de Coronavac são os grupos de trabalhadores da saúde, idosos de 65 a 69 anos e os integrantes das Forças Armadas, no Centro de Eventos do Pantanal, de maneira presencial e na UFMT, no modelo Drive Thru.

Nesta semana, Cuiabá atingiu o marco de mais de 150 mil doses aplicadas. Até a noite de ontem (12), foram vacinadas 152.834, sendo 106.912 como 1ª dose e 45.922 como 2ª dose.

 

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Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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