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Pinheiro lança Pra Frente Cuiabá: programa de qualificação profissional

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Ações de infraestrutura, mobilidade urbana, fomento na geração de empregos para construir uma cidade cada vez mais sustentável, tecnológica e planejada

Da Redação

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro lança nesta sexta-feira (7), no auditório do Palácio Alencastro, às 14h o “Pra Frente Cuiabá”, programa com foco no desenvolvimento do capital humano, rural e industrial da capital de Mato Grosso. Ele será executado sob o comando da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, em parceria com Secretaria de Assistência Social e de Fazenda.

“Foi uma promessa de campanha que faço questão de cumprir. Estou muito orgulhoso de apresentar esse programa que vai impulsionar o desenvolvimento da nossa capital. É um novo passo em planejamento estratégico, preparando a nossa gente e Cuiabá para a chegada da ferrovia Senador Vicente Vuolo, para a Avenida Contorno Leste, para o futuro”, disse o prefeito de Cuiabá.

Ações de infraestrutura, mobilidade urbana, fomento na geração de empregos, resgate do turismo e valorização da cultura cuiabana se interseccionam para construir uma cidade cada vez mais sustentável, tecnológica, planejada e que proporcione qualidade de vida aos seus habitantes.

Com esta visão de uma cidade do futuro é que o programa Pra Frente Cuiabá apresenta cinco ações, uma para cada setor a ser desenvolvido, desde o perímetro urbano ao rural. São eles: Sine da Gente, Enem Digital, Qualifica, Agro da Gente e Cuiabanco.

“A intenção é investir em capacitação técnica, tanto na área rural, dando suporte para o desenvolvimento das cadeias produtivas, quanto na capacitação da área urbana para desenvolver profissionais preparados para o polo industrial que se firmará em Cuiabá”, disse o secretário de Agricultura, Francisco Vuolo.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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