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Pinheiro lança Pra Frente Cuiabá: programa de qualificação profissional

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Ações de infraestrutura, mobilidade urbana, fomento na geração de empregos para construir uma cidade cada vez mais sustentável, tecnológica e planejada

Da Redação

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro lança nesta sexta-feira (7), no auditório do Palácio Alencastro, às 14h o “Pra Frente Cuiabá”, programa com foco no desenvolvimento do capital humano, rural e industrial da capital de Mato Grosso. Ele será executado sob o comando da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, em parceria com Secretaria de Assistência Social e de Fazenda.

“Foi uma promessa de campanha que faço questão de cumprir. Estou muito orgulhoso de apresentar esse programa que vai impulsionar o desenvolvimento da nossa capital. É um novo passo em planejamento estratégico, preparando a nossa gente e Cuiabá para a chegada da ferrovia Senador Vicente Vuolo, para a Avenida Contorno Leste, para o futuro”, disse o prefeito de Cuiabá.

Ações de infraestrutura, mobilidade urbana, fomento na geração de empregos, resgate do turismo e valorização da cultura cuiabana se interseccionam para construir uma cidade cada vez mais sustentável, tecnológica, planejada e que proporcione qualidade de vida aos seus habitantes.

Com esta visão de uma cidade do futuro é que o programa Pra Frente Cuiabá apresenta cinco ações, uma para cada setor a ser desenvolvido, desde o perímetro urbano ao rural. São eles: Sine da Gente, Enem Digital, Qualifica, Agro da Gente e Cuiabanco.

“A intenção é investir em capacitação técnica, tanto na área rural, dando suporte para o desenvolvimento das cadeias produtivas, quanto na capacitação da área urbana para desenvolver profissionais preparados para o polo industrial que se firmará em Cuiabá”, disse o secretário de Agricultura, Francisco Vuolo.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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