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Assistência à Saúde é marca do Governo Pedro Taques

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 Governador tem enfatizado que, em se tratando de saúde, todas as ações do seu governo são prioritárias. Desde que assumiu, também afirmou, mantém normativa de assistência ininterrupta ao setor, honrando contratos antigos e rescindindo aqueles que não cumprem as cláusulas firmadas para atender satisfatoriamente a população

 
Da Redação
 
Mais uma vez, o governador Pedro Taques deu xeque-mate em impasses que, eventualmente, travam o bom atendimento hospitalar, ao garantir que unidades do SUS não interrompam suas atividades, em virtude de rompimento de contratos vigentes no setor. Isso aconteceu também com o Hospital Regional de Sinop, depois que o Governo do Estado aceitou decisão da Fundação de Saúde Comunitária, então diretriz da unidade, de romper a prestação de serviços dentro dos próximos dias. Decisão que não trará nenhum prejuízo à população, enfatizou o governador Pedro Taques, por meio do porta-voz Kleber Lima, secretário de Comunicação Social.
 
Lima enfatizou que não houve nenhum constrangimento do Estado ao ser notificado pela fundação de que romperia o contrato firmado com o governo. E adiantou que a população de Sinop e região, foco de atendimento do hospital, não será prejudicada. “Posso afirmar isso tranquilamente: o Hospital Regional de Sinop continuará atendendo dentro de sua normalidade costumeira, e não sofrerá interrupção de um dia sequer. O governador Pedro Taques, como sempre, agiu de forma rápida e resolutiva para que a população não sofra qualquer transtorno ao buscar os serviços hospitalares. Inclusive, para que as coisas sejam resolvidas nessa linha ágil, faremos dispensa de licitação e contratação emergencial da nova empresa que irá administrar essa unidade de Saúde”. 
 
O próprio governador Pedro Taques, em encontro casual com jornalistas, não deixou de citar essa questão. “Em nenhum momento desguarnecemos o setor hospitalar. O objetivo do governo é garantir que os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) recebam assistência digna, correta, eficiente. Tenho percorrido todo o Estado, e é comum que alguns problemas pontuais intervenham no andamento rotineiro dos hospitais conveniados ao sistema SUS, geralmente centrados em contratos vigentes. Devo salientar que, ao assumirmos o governo, encontramos uma série de contratos realmente problemáticos. Entre outros problemas, parcelas atrasadas e reclamações mais do que justas em alguns casos, outras não. O importante é manter esse padrão de atendimento público exemplar. É tônica da presente administração”.
 
Já na opinião do secretário estadual de Saúde, Luiz Soares, “há males que vêm pra bem”. Ele não precisou exatamente qual seria o endereçamento desse comentário, mas disse que uma nova empresa assumirá o Hospital Regional de Sinop para trabalhar de acordo com os objetivos do Governo do Estado na área. Disse também que, no tocante à qualidade dos serviços que a fundação desenvolvia na unidade de Sinop, pode afirmar que isso estava muito a desejar, em termos das expectativas previstas no contrato. “A população, com certeza, foi prejudicada. Daqui pra frente, terá outro elenco de serviços à sua disposição, dentro daquilo que o governo traçou como ideal para a região de Sinop”.
 
Famoso pelo estilo “linha dura” de secretário, Luiz Soares acrescentou que os prejuízos acumulados por esse procedimento incorreto da fundação, à parte das cláusulas contratuais, é inclusive passível de ressarcimento aos cofres do governo, via judicial. “Afinal, muitos serviços hospitalares sequer foram prestados, e outros aconteceram de forma fragmentada, falha, incapaz de resolver as questões de Saúde para muitos usuários que procuraram atendimento no Hospital Regional de Sinop. Vamos à Justiça para exigir ressarcimento de valores pelos serviços que, na prática, não aconteceram”.
 
O OUTRO LADO – A Fundação Comunitária de Saúde de Sinop encaminhou nos últimos dias ao governo uma notificação extra-judicial para rescindir contrato de prestação de serviços de atendimento no Hospital Regional de Sinop. Argumentou, no documento, que o Estado deve à entidade R$ 16 milhões, referentes a repasses mensais, e isso trouxe vários impedimentos às atividades desenvolvidas cotidianamente na unidade hospitalar, destacou. Ainda deixou explícito que, no caso de o contrato ser efetivamente rompido, como foi, cabe ao Governo do Estado assumir débitos trabalhistas, fiscais e junto aos fornecedores.
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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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