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Vacina Solidária viraliza na internet e atinge marca de 1 tonelada de alimentos arrecadados

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A ação já é replicada no município de Chapada dos Guimarães. A primeira-dama Márcia Pinheiro enfatiza o envolvimento popular e o grande apelo que a internet vem dando nas arrecadações

A campanha Vacina Solidária, idealizada pela primeira-dama Márcia Pinheiro e executada pela Prefeitura de Cuiabá, completa quase um mês com grande repercussão nas redes sociais, alcançado a marca de 1 tonelada de alimentos arrecadados até o momento. A ação já é replicada no município de Chapada dos Guimarães.

A primeira-dama Márcia Pinheiro enfatiza o envolvimento popular e o grande apelo que a internet vem dando nas arrecadações. “Quando falamos de ajuda, doação e solidariedade ninguém melhor que o cuiabano para atender e ajudar as pessoas que precisam. Nessa campanha, em especial, muitas pessoas estão postando, divulgando e ajudando a espalhar a informação para que isso se transforme e alimento e ajude pessoas que tanto precisam neste momento de pandemia”, disse a primeira-dama de Cuiabá.

A arrecadação de 1 kg de alimentos não perecíveis está sendo feita nos postos de vacinação contra a COVID-19, coordenados pela Prefeitura de Cuiabá. São eles: Centro de Eventos do Pantanal, Sesi Papa (Morada do Ouro), Sesc Balneário e Universidade Federal de Mato Grosso e o mais recentemente, o estacionamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

“Já conseguimos mais de 1 tonelada de alimentos e pedimos àqueles que podem doar que levem arroz, feijão ou uma lata de óleo aos postos de arrecadação, vai fazer a diferença. A campanha não acarreta nenhum prejuízo a vacinação, a doação é voluntária. É um pedido de ajuda e solidariedade as pessoas que perderam seus empregos, sua renda familiar e estão com dificuldade econômicas”, explicou Márcia Pinheiro.

A previsão é de que a entrega dos alimentos seja iniciada na primeira semana de maio às famílias em vulnerabilidade social mapeadas pela Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoas com Difidência, em conjunto com a Secretaria da Mulher e o Núcleo de Apoio à Primeira-dama.

Créditos: Júlia Milhomem Batista

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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