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Vacina Solidária viraliza na internet e atinge marca de 1 tonelada de alimentos arrecadados

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A ação já é replicada no município de Chapada dos Guimarães. A primeira-dama Márcia Pinheiro enfatiza o envolvimento popular e o grande apelo que a internet vem dando nas arrecadações

A campanha Vacina Solidária, idealizada pela primeira-dama Márcia Pinheiro e executada pela Prefeitura de Cuiabá, completa quase um mês com grande repercussão nas redes sociais, alcançado a marca de 1 tonelada de alimentos arrecadados até o momento. A ação já é replicada no município de Chapada dos Guimarães.

A primeira-dama Márcia Pinheiro enfatiza o envolvimento popular e o grande apelo que a internet vem dando nas arrecadações. “Quando falamos de ajuda, doação e solidariedade ninguém melhor que o cuiabano para atender e ajudar as pessoas que precisam. Nessa campanha, em especial, muitas pessoas estão postando, divulgando e ajudando a espalhar a informação para que isso se transforme e alimento e ajude pessoas que tanto precisam neste momento de pandemia”, disse a primeira-dama de Cuiabá.

A arrecadação de 1 kg de alimentos não perecíveis está sendo feita nos postos de vacinação contra a COVID-19, coordenados pela Prefeitura de Cuiabá. São eles: Centro de Eventos do Pantanal, Sesi Papa (Morada do Ouro), Sesc Balneário e Universidade Federal de Mato Grosso e o mais recentemente, o estacionamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

“Já conseguimos mais de 1 tonelada de alimentos e pedimos àqueles que podem doar que levem arroz, feijão ou uma lata de óleo aos postos de arrecadação, vai fazer a diferença. A campanha não acarreta nenhum prejuízo a vacinação, a doação é voluntária. É um pedido de ajuda e solidariedade as pessoas que perderam seus empregos, sua renda familiar e estão com dificuldade econômicas”, explicou Márcia Pinheiro.

A previsão é de que a entrega dos alimentos seja iniciada na primeira semana de maio às famílias em vulnerabilidade social mapeadas pela Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoas com Difidência, em conjunto com a Secretaria da Mulher e o Núcleo de Apoio à Primeira-dama.

Créditos: Júlia Milhomem Batista

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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