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Vacinação contra H1N1 começa hoje em Várzea Grande para grupos prioritários

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Nesta primeira etapa, de 13 de abril a 10 de maio, serão vacinadas crianças entre 6 meses até as que não completaram 6 anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres com filhos até 40 dias), povos indígenas e trabalhadores da saúde   

Da Redação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (H1N1) inicia hoje, 13 de abril, em Várzea Grande, e segue até o dia 9 de julho. A Saúde Municipal vai desenvolver a campanha em três etapas, conforme orientações e critérios do Ministério da Saúde, que já especificou quem deve vacinar em cada uma delas, de acordo com os grupos prioritários. No município, a vacinação ocorrerá em 12 Unidades Básicas de Saúde.

Conforme explica o secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, 12 unidades de saúde da Atenção Primária foram reservadas para a campanha de vacinação da H1N1,  justamente as que não atendem casos de Covid-19. O objetivo é dar maior segurança às pessoas que  serão vacinadas, pois as demais unidades estão envolvidas com as ações de diagnóstico e tratamento dos casos leves de Covid-19.

“Para dar fluxo para a campanha, as unidades estão localizadas em todas as regiões da cidade. Temos que dar atenção especial a esta iniciativa, uma vez que a síndrome gripal também pode acarretar a morte, quando não cuidada. A vacina é segura e efetiva para a prevenção da gripe influenza e é, por meio dela, que se consegue reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da influenza”, explicou o secretário.

As Unidades Básicas que vão funcionar como pontos de vacinação da H1N1 estão localizadas nos bairros: Vila Arthur, São Mateus, Santa Isabel, Construmat, Cohab Cristo Rei, Policlínica do Cristo Rei, Aurília Curvo, Manga, Unipark, Nossa Senhora da Guia, Manaíra e Marajoara.

Nesta primeira etapa, que vai de 13 de abril a 10 de maio, serão vacinadas crianças entre 6 meses até as que não completaram 6 anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres com filhos até 40 dias), povos indígenas e trabalhadores da saúde.

A  superintendente de Vigilância em Saúde, Relva Cristina, alerta os pais para que levem  seus filhos para se vacinar, o que evita agravamento de doenças respiratórias. “Estas 12 unidades vão funcionar em horário de expediente normal, das 7h30 às 17h, e as equipes de Saúde estão organizadas e prontas para mais esta etapa de imunização” explicou ela.

A segunda etapa ocorrerá entre os dias 11 de maio e 8 de junho, quando serão vacinados idosos de 60 anos acima e professores. “O Ministério da Saúde não indica a aplicação da vacina da gripe ao mesmo tempo que a da Covid-19. A recomendação é para que as pessoas do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe, após um intervalo mínimo de 14 dias”, explicou a superintendente Relva Cristina.

A terceira etapa será entre 9 de junho e 9 de julho, tendo como público alvo integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.

Outra recomendação, aponta Relva Cristina, é que pessoas com quadro que sugere infecção por Covid-19 devem adiar a vacinação contra a influenza H1N1. “Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção pelo novo coronavírus, o ideal é que a vacinação seja adiada até a recuperação clínica total do quadro de Covid-19 e, pelo menos, quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas depois  do resultado positivo por PCR em pessoas assintomáticas. As doses estarão reservadas para estes grupos estabelecidos. A escolha dos grupos prioritários que vão receber esta vacina segue recomendação da Organização Mundial de Saúde -OMS”, finalizou a superintendente de Vigilância em Saúde, Relva Cristina.

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Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo

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Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.

O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.

 

 

Veja o vídeo:

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