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PM prende seis e desmonta bando que planejava assaltos em Sinop

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Entre os envolvidos estão três adolescentes, um de 14 anos, os integrantes disseram que foram recrutados à criminalidade por presidiário

Da Redação

 

Na noite desta quinta-feira (26.10), a falsa negociação de um carro usado levou policiais do 11º Batalhão de Polícia Militar à descoberta de um bando responsável por diversos furtos em Sinop (a 500 km de Cuiabá). Três homens foram presos e três adolescentes apreendidos, entre os quais um de 14 anos.

As prisões aconteceram a partir de denúncia de R.R.L., 50 anos, que suspeitou do rapaz com quem estava negociando a venda de seu veículo, uma caminhonete S10. A vítima decidiu acionar a polícia pelo 190 e uma equipe do 11° Batalhão o acompanhou à distância.

Primeiro a ser preso, Ytalo Pablo Santos, 20 anos, levou aos outros cinco. As segundas prisões, de Wilson dos Santos Moraes, 19, e M.S., 17, ocorreram minutos depois, próximo ao local onde o dono do carro e Ytalo se encontraram. Os dois estavam em uma motocicleta, Wilson portava um revólver 38 com cinco munições intactas.

Na casa de M.S. os policiais apreenderam porções de maconha. Já no bairro onde Ytalo mora, o Daury Riva, foram apreendidos os outros dois adolescentes, um de 14 anos e outro de 16, e preso Anderson Edgar Lesmo Moretto, 18. O adolescente de 14 anos confessou a autoria de diversos furtos, inclusive de um carro, e planos de outros roubos.

De acordo com a PM, integrantes do bando disseram que recebiam ordens para a prática de crimes de dentro de uma prisão local, citando o apelido do preso, porém sem revelar o presídio.

Os policiais registraram no boletim de ocorrência que os suspeitos recebem ligações do suposto chefe preso. Todos os suspeitos, a arma e a droga apreendida foram entregues na Delegacia de Polícia de Sinop.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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