ATENÇÃO REDOBRADA

SES alerta a população para combater o Aedes aegypti no período de chuvas

Devido às condições climáticas, existe possibilidade de aumento no surgimento e na proliferação do mosquito, que transmite a dengue, zika e chikungunya

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Saúde

Foto: Joao Paulo Burini/Getty Images

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) orienta à população sobre a necessidade de redobrar os cuidados e reforçar o combate ao mosquito Aedes aegypti em virtude do período chuvoso, que deve seguir até o mês de maio, em Mato Grosso. O inseto é transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Devido às condições climáticas, existe a possibilidade de aumento no surgimento e na proliferação do mosquito, transmissor dos vírus que provocam essas doenças que causam febre e dores no corpo.

Segundo dados do Informe Epidemiológico da SES, foram registrados 36 óbitos por dengue e 11 por chikungunya somente de janeiro a 8 de novembro deste ano. No total, foram registrados 41.738 prováveis casos de dengue, 391 de zika e 20.716 casos de chikungunya.

De acordo com o Ministério da Saúde, a explosão no número de casos aconteceu em todo o Brasil e se deve a combinação entre calor excessivo e chuvas intensas, além do ressurgimento dos sorotipos 3 e 4 do vírus da dengue.

A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, reforça sobre a necessidade de se combater os focos do mosquito e também sobre a importância da vacinação. 

“O primeiro e mais importante passo para prevenir essas doenças é dar fim aos locais que favorecem a proliferação do mosquito, pois 80% dos criadouros estão em ambientes residenciais. A população não deve deixar água acumulada em locais propícios para a criação do transmissor, ou seja, reservatórios de água, embalagens, latas, tampinhas de garrafa, lixeiras e vasos de planta destampados, que favorecem o acúmulo de água”, pontuou a secretária. 

Em Mato Grosso, desde o mês de abril de 2024, a vacinação contra a dengue está disponível em 35 municípios selecionados pelo Ministério da Saúde. Contudo, ela é disponibilizada exclusivamente para crianças na faixa etária de 10 a 14 anos. 

Por isso, as formas mais eficazes de prevenção à comunidade continuam sendo as medidas de higienização e controle de locais públicos e privados. 

Para mais dados relacionados ao número de casos notificados, confirmados e óbitos em Mato Grosso, acesse o Informe Epidemiológico nº 32, disponível neste link

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Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo

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Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.

O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.

 

 

Veja o vídeo:

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