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Teatro Zulmira Canavarros recebe a segunda edição da “Mostra Ara Arte”

Espetáculo reúne coral, dança e música em edição entre os dias 13 e 14 de setembro

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Política

Divulgação: Assessoria ALMT

O Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros recebeu a segunda edição da “Mostra Ara Arte”.  O espetáculo, que reúne coral, dança e música, teve início ontem (13) e prossegue hoje (14), sempre às 19h30. Os ingressos estão à venda antecipadamente por R$ 20,00 e mais 2 kg de alimento não perecível.

Na bilheteria, o valor será R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia). A realização é do Instituto Cultural Clélia Cambahuba em parceria com a Assembleia Social.

A apresentação faz parte de um projeto que leva arte e cultura para comunidades em situação de vulnerabilidade. Em sua segunda edição, a “Mostra Ara Arte” reúne quatorze grupos artísticos, incluindo parceiros do Instituto Clélia Cambahuba. “A ideia é promover a inclusão e a democratização da cultura levando arte para as comunidades e trazendo as comunidades para os palcos”, afirmou Anna Paula Cambahuba, coordenadora do instituto.

“Na primeira edição, eram somente quatro grupos e agora voltamos a este palco para uma segunda edição trazendo quatorze grupos”, destacou a coordenadora. “Só isso já representa uma resposta a todo trabalho social que o instituto realiza”, afirma com orgulho.

Uma das novidades deste ano, segundo a coordenadora, é a participação de um grupo de dança sênior. “O espetáculo foi preparado com a proposta de uma apresentação inovadora e traz performances de dança e trilha sonora autoral que vão encantar os sentidos e emocionar o público em diversas formas”, afirmou.

Assembleia Social – Espaço cultural da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros está sob gestão da Assembleia Social (Coordenadoria de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT). “Por meio do Teatro Zulmira Canavarros, além de oferecer cultura, viabilizamos também parcerias para o desenvolvimento de ações sociais, a exemplo do ingresso solidário para a apresentação do Coro Experimental MT, ao qual temos a grata satisfação de receber em nosso palco”, assinala Daniella Paula Oliveira, coordenadora da Assembleia Social. Os alimentos arrecadados com a “meia solidária” serão destinados a instituições filantrópicas atendidas pela AL Social.

Instituto Cultural Clélia Cambahuba – Desde sua origem, em 2009, como um Coletivo Familiar, o instituto tem desempenhado um papel vital na comunidade, oferecendo bolsas de estudo para crianças e jovens, sua dedicação ultrapassa as barreiras educacionais. Além disso, o instituto tem levado a magia das apresentações teatrais para estudantes de escolas públicas, tudo isso graças a uma bilheteria solidária que apoia seu nobre propósito.

Secretaria de Comunicação Social

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Decisões monocráticas prejudicam trabalho da CPMI, diz Carlos Viana

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As decisões monocráticas do Judiciário, muitas vezes tomadas à revelia da Constituição, geram insegurança, invasão de prerrogativas e atrapalham o trabalho da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apura fraude contra aposentados e pensionistas do INSS. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (11) pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após audiência com o ministro relator da Operação Sem Desconto, André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na conversa com o ministro, Carlos Viana apresentou pontos que precisam ser esclarecidos em relação às investigações da comissão e defendeu a revisão de habeas corpus que permitem o não comparecimento de testemunhas ao colegiado.

— O ministro vai rever e, especialmente no caso de Daniel Vorcaro, encaminhará recurso para votação na turma colegiada. Para nós é uma questão de honra ele comparecer à CPMI. Se não houver revisão de habeas corpus e possibilidade de comparecimento, dificilmente ele terá de dar satisfações ou comparecer à comissão — afirmou.

Viana disse ainda a André Mendonça que a CPMI não tem qualquer responsabilidade em relação a vazamentos de informações, tendo em vista que o colegiado tem o papel institucional de resguardar esses dados.

O presidente da CPMI, no entanto, ressaltou que a audiência com o ministro do Supremo não avança para corrigir “o desequilíbrio entre os Poderes, na invasão de prerrogativas que o Congresso Nacional tem, mas que decisões monocráticas têm atrasado e inviabilizado o nosso trabalho”.

No encontro no STF, Carlos Viana também cobrou a presença de representantes do sistema financeiro na comissão.

— Eles não estão na CPMI como investigados, mas como testemunhas ou colaboradores para [a elaboração] de uma nova legislação que tenha regras para consignados — esclareceu.

A “blindagem do sistema financeiro pela base do governo” também foi apontada pelo relator da comissão mista, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que participou da audiência com André Mendonça.

— Trabalho para entregar um relatório robusto, mas que contém vários tópicos que necessitam de provas concretas. Nossa preocupação é a blindagem do sistema financeiro, muito por decisões judiciais, e estamos impedidos de avançar nesse tema. Precisamos impor restrições ao que temos encontrado. Ou o Brasil muda esse jogo e respeita a população ou esse desvio em cima de aposentados e pensionistas continuará acontecendo — disse o relator.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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