Contas Exercício 2023
Contas da Sinfra-MT e da Prefeitura de Cuiabá estão na pauta da sessão desta terça-feira (10)
Também serão apreciadas as contas de 2023 de Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger
Política
As contas anuais de governo da Prefeitura de Cuiabá, referentes ao exercício de 2023, estão na pauta da sessão ordinária do Plenário Presencial do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) desta terça-feira (10). Com transmissão ao vivo pela TV Contas (Canal 30.2) e pelo Canal do TCE-MT no YouTube, a sessão tem início às 14h30.
Está previsto ainda o julgamento das contas anuais de gestão da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), além da apreciação das contas de governo de Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger, todas relativas ao exercício de 2023.
Na pauta, publicada no Diário Oficial de Contas (DOC) do último dia 4, consta ainda levantamento sobre o sistema de saúde de Sinop, duas representações de natureza interna, sendo uma em desfavor da Prefeitura de Nobres e outra de Arenápolis, recurso interposto pela Prefeitura de Tesouro e homologação de tutela provisória de urgência referente à Prefeitura de Ribeirãozinho.
Política
Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação
O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.
O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.
Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra
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