"Eficiência"

Rosário Oeste tem gestão referência na “Baixada Cuiabana”

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Política

Da Redação.

 

Com oito meses de mandato, a gestão Alex Berto além de mudar o cotidiano político, administrativo e econômico de Rosário Oeste, a seriedade e eficiência, com que aplica os recursos públicos tornou-se referência para outros benefícios.

Desde quando assumiu os comandos da Prefeitura, as mudanças vão desde simples manutenção da limpeza das praças públicas, passando pelas construções de pontes de concretos, recuperação de estradas vicinais, atendimento de reivindicações dos servidores, salários pagos em dia, dentro de cada mês, valorização na saúde, desenvolvimento na educação, investimento na infraestrutura, são algumas das ações que fez a gestão Alex Berto ter destaque, entre as 141 Prefeitura de Mato Grosso.

“Na Assistência Social, a Prefeitura atendeu a população de várias formas, incluindo a distribuição de cestas básicas, kits higienização, Cartões do Ser Família, cobertores, entre outros”.

Foto: Prefeitura de Leverger

Mesmo neste período de pandemia da Covid-19, quando a maioria dos municípios passaram por sérias dificuldades financeira, após os devidos ajustes administrativos e econômicos, o município de Rosário Oeste conseguiu se manter na linha do desenvolvimento.

“Regularização fundiária, é outra frente de trabalhado que vem avançando para realizar o sonho da casa própria dos moradores”.

Foto: Prefeitura de Rosário Oeste

 “As ações de enfrentamento da pandemia da Covid-19, envolvendo desde as medidas de prevenção como distanciamento social, de combate com atendimentos em leitos equipados e medicamentos à disposição, e nas atividades intensivas e extensiva, com vários pontos de vacinação, também são destaques da gestão Alex Berto”.

“Com viabilidade política e administrativa, Alex Berto tem acesso aos deputados estadual e federal, como também com senadores, buscando recursos para que possa investir ainda mais em Rosário Oeste”.

Para o prefeito, a confiança da população e empenho dos servidores públicos, que não medem esforços, para atender mais e melhor, são os segredos do desenvolvimento em destaque do município de Rosário Oeste.

“A educação foi totalmente transformada, as salas improvisadas em contêiner ou amparada pelas sombras das árvores, virou pesadelo do passado, com investimentos e parcerias, os profissionais ganharam melhores condições de trabalho e os estudantes de Rosário Oeste dignidade no período de aprendizagem”.

 “Eu só tenho que agradecer, os profissionais da Prefeitura que estão fazendo de tudo para colaborar com o crescimento da nossa cidade, vejo que estamos no caminho correto, com uma gestão participativa, atividades realizadas direta com o povo, que vão de encontro com as suas necessidades e prioridades, assim estamos construindo uma Rosário Oeste muito melhor”, ressaltou Alex Berto.

Além de entregar várias obras, a meta do prefeito ainda é lançar várias obras ainda neste ano, atendendo as indicações dos vereadores, como também os pedidos dos moradores, seja da cidade ou das comunidades rurais.

  

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Nova lei oferece R$ 15 bi em crédito para empresas afetadas por tarifaço

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Empresas exportadoras e de setores industriais relevantes para o comércio exterior poderão ter acesso a linhas de financiamento para enfrentar os impactos de instabilidades internacionais, inclusive do aumento de tarifas comerciais. A medida está prevista na Lei 15.473, de 2026, sancionada pela Presidência da República e publicada na quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

A norma integra o Plano Brasil Soberano e é resultado da conversão da Medida Provisória (MP) 1.345/2026, cujo texto foi aprovado pelo Senado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 7/2026. A medida dá continuidade às ações adotadas desde 2025 para enfrentar os impactos do aumento de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

A lei autoriza a utilização de até R$ 15 bilhões para as linhas de financiamento e permite ampliar esse limite em até R$ 13,5 bilhões. A ampliação considera recursos que já haviam sido transferidos durante a vigência da MP 1.345/2026 e que poderão retornar à União, provenientes das fontes usadas para financiar as medidas. Com isso, o limite autorizado poderá chegar a R$ 28,5 bilhões.

Os recursos poderão atender empresas exportadoras de bens industriais e seus fornecedores; de produtos da agricultura, da pecuária, das florestas plantadas, da pesca e da aquicultura; de recursos minerais e seus produtos; além de empresas que atuem em setores industriais relevantes para o comércio exterior. Cooperativas, associações e outras formas associativas ou coletivas legalmente constituídas também poderão ter acesso ao financiamento, desde que atendam aos critérios de elegibilidade que ainda serão definidos em ato conjunto dos ministériosda Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As linhas de crédito poderão ser usadas para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e investimentos para adaptar, ampliar ou modernizar a atividade produtiva. Também poderão financiar inovação tecnológica e adaptações de produtos, serviços e processos para atender a exigências do comércio internacional, como requisitos sanitários, fitossanitários, ambientais, de rastreabilidade e de conformidade.

O dinheiro para financiar as empresas poderá vir do superávit (excedente) financeiro do Fundo de Garantia à Exportação, apurado em 31 de dezembro de 2025, do superávit financeiro de fontes supervisionadas por unidades do Ministério da Fazenda, também apurado nessa data, e de outras fontes orçamentárias.

Os recursos serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou a instituições financeiras habilitadas pelo banco, que assumirão os riscos das operações e oferecerão o financiamento às empresas elegíveis. A lei também altera regras do sistema de apoio oficial ao crédito à exportação e prevê a cobertura, pelo sistema de seguro de crédito à exportação, de operações de crédito direto a micros, pequenas e médias empresas exportadoras.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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