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PROFESSORES DE MATO GROSSO E MATO GROSSO DO SUL SÃO OS MAIS BEM PAGOS DO PAÍS

Mato Grosso possui uma política de valorização profissional para os professores

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Política

Foto SEDUC - MT

Os salários pagos pelo Governo de Mato Grosso aos professores da rede pública estadual viraram destaque nacional em matéria veiculada no site Jovem Pan, na tarde desta quinta-feira (29.08).

Levantamento mostra que tanto o valor pago em Mato Grosso do Sul, quanto em Mato Grosso, ultrapassa o piso nacional da categoria que é de R$ 4.580,57. Mato Grosso do Sul e Mato Grosso lideram o ranking nacional de salários para professores da rede estadual.

Conforme levantamento feito pela Jovem Pan, Mato Grosso do Sul oferece remuneração inicial de R$ 12.380,66 por 40 horas trabalhadas, seguido por R$ 7.005,09, em Mato Grosso.

Na terceira posição está o Ceará, que repassa aos profissionais da rede R$ 6.465,10 pela mesma carga horária, na fase inicial da carreira.

Apesar de oferecer o melhor salário para os professores do país, Mato Grosso do Sul ocupa a 16ª posição no ranking do ensino médio do IDEB em 2023. Em contraste, Mato Grosso está em 8⁰ no ranking e foi um dos que mais avançou, já que em 2019 amargava a 22ª posição. Em Mato Grosso do Sul, os professores ganham conforme sua qualificação: quanto mais capacitações, maior o salário.

Já em Mato Grosso, está em vigor uma política de valorização profissional que cria a chamada Gratificação por Resultados (GR), e pode pagar até um 14º e 15º salários para professores que atingirem as metas. Na contramão, os estados de Roraima e São Paulo são os que pagam os piores salários. Em Roraima se paga R$ 3.249,87 e em São Paulo R$ 3.014,12.

 

 

 

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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