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Primeira-dama de Cuiabá e Luciana Zamproni participam de reunião on-line para ampliação da campanha “Quebre o ciclo”

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Primeira-dama e Luciana Zamproni participam de reunião on-line para ampliação da campanha “Quebre o ciclo”

Depois de aderir à campanha idealizada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, “A vida recomeça quando a violência termina: quebre o ciclo”, a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, e a secretária Municipal da Mulher, Luciana Zamproni, dedicaram-se a uma reunião onde discutiram ações que o munícipio realizará para que as mulheres entendam a importância de romper o ciclo da violência. A atividade foi realizada na data de sexta-feira (12).

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas apresentou a campanha à primeira-dama de Cuiabá e demais parceiros. Ela destacou que é preciso somar esforços em prol de inúmeras mulheres que não conseguem sair do ciclo de violência doméstica.

Uma das pautas apresentadas foi a criação de políticas públicas, como a possibilidade de um aluguel social para a mulher vítima de violência, o fortalecimento da rede de enfrentamento, o empoderamento e a qualificação.

De acordo com a primeira-dama, diversas políticas públicas voltadas para este tema já vem sendo desenvolvidas pela Secretaria Municipal da Mulher e pela Secretaria de Assistência Social, como o Qualifica 300 que já capacitou cerca 3,5 mulheres e tem como objetivo até o final da gestão levar mais 5, 6 mil mulheres a terem uma independência financeira.

Além do Espaço de Acolhimento que atende mulheres 24 horas por dia e fazem o acompanhamento por meio de consultas psicológicas, dentre outros. Ela reforça que este é o momento de união de forças e que o desempenho e apoio de cada um, criam a possibilidade para que avancem nas políticas públicas e melhore o cenário que as mulheres estão vivendo.

“É fundamental que a prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria da Mulher, participe de uma rede de enfrentamento que combata verdadeiramente a violência doméstica, não somente em ações pontuais e isoladas, mas com uma política pública concreta. Estamos empenhados nisso e vamos trabalhar para estreitar cada vez mais nossos trabalhos em parceria com o judiciário”, afirma Márcia Pinheiro.

Para a Secretária Municipal da Mulher, Luciana Zamproni, todas as campanhas que estão surgindo nesse momento contra a violência doméstica são de extrema importância. Para Luciana, que está à frente da pasta há quase um ano, levantar o tema durante a pandemia e com parceiros tão importantes,  é extremamente necessário.

“Estamos muito mais atentas umas com as outras. E essa união é o que faz com que mais mulheres saibam como se proteger e cada vez mais busquem os seus direitos “, afirma Zamproni.

Participaram da reunião: a juíza auxiliar da Presidência do TJMT, Adriana Adriana Coningham, a titular da Primeira Vara, a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves, a juíza Tatiane Colombo, da Segunda Vara, além dos juízes os juízes da Primeira e Segunda Varas de Violência Doméstica e Familiar Contra Mulher da Capital, Jamilson Haddad Campos e Jeverson Quintieri, o diretor-Geral adjunto da Polícia Civil, Dr. Gianmarco Pacola Capoani, a diretora-geral do TJMT, Janaina Bergamaschi, a tenente-coronel PM Emirella Martins, responsável pela Patrulha Maria da Penha.

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Comissão que analisará linha de crédito para motociclistas profissionais é instalada

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O Congresso Nacional instalou nesta segunda (17) a comissão que vai analisar a MP 1.366/2026. Essa medida provisória criou uma linha de financiamento facilitado para motociclistas profissionais que atuam no transporte de passageiros ou em serviços de entrega por aplicativo.

A MP também beneficia taxistas, motoristas de aplicativo e transportadores de pequenas cargas urbanas. A medida provisória atende tanto os trabalhadores autônomos como os que têm carteira assinada.

A senadora Leila Barros (PDT-DF) foi eleita presidente da comissão — que é mista, ou seja, é composta por deputados federais e senadores. A deputada Amanda Gentil (PP-MA) será a relatora do grupo.

Essa medida provisória, que foi editada em 12 de junho, faz parte do Programa Move Brasil, lançado pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito de diferentes segmentos do transporte.

Fundo

A MP 1.366/2026 autoriza o uso de recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis) para financiar:

  • a compra de veículos;
  • a renovação da frota;
  • investimentos para melhorar a atividade de transporte;
  • projetos que aumentem a produtividade;
  • iniciativas de redução das emissões de carbono.

Acesso ao crédito

Ao assumir a presidência da comissão, Leila Barros afirmou que a MP enfrenta uma das principais dificuldades de quem depende de veículos para trabalhar: o acesso ao crédito em condições favoráveis.

— É mais uma iniciativa importante do governo federal, porque enfrenta um problema concreto da vida de milhões de brasileiros: o custo de trabalhar. Estamos falando de motoristas de aplicativos, entregadores, motofretistas, mototaxistas, taxistas e outros profissionais de transporte de passageiros e de cargas. Homens e mulheres que saem de casa todos os dias e que dependem de um carro, de uma motocicleta ou de outro veículo para garantir a sua renda e sustentar as suas famílias — declarou.

Para a senadora, a dificuldade de acesso ao crédito faz com que esses profissionais continuem utilizando veículos mais antigos.

— Quem trabalha com aplicativo sabe como é difícil chegar ao sistema financeiro apresentando uma renda variável e pedir crédito com juros mais razoáveis. Muitas vezes, o resultado é continuar trabalhando com o veículo antigo, que consome mais combustível, exige mais manutenção, oferece menos segurança e compromete uma parcela cada vez maior da renda do trabalhador — ressaltou.

Sustentabilidade

Leila disse que os efeitos da MP vão além da concessão de crédito e envolvem geração de renda, mobilidade urbana, segurança no trânsito e desenvolvimento industrial sustentável.

Isso acontece, segundo ela, porque a medida provisória estimula o uso de veículos que atendem a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.

— Ao incentivar a renovação da frota e criar condições para a ampliação da infraestrutura de recarga e troca de baterias, por exemplo, estamos também preparando nossas cidades para a transição para uma mobilidade de baixo carbono — argumentou.

Tramitação

A senadora prometeu diálogo e agilidade na análise da MP. Segundo ela, a comissão ouvirá os setores envolvidos (por meio de audiências públicas, por exemplo) e analisará possíveis mudanças no texto.

— Como presidente desta comissão, vou trabalhar para que possamos analisar essa medida provisória com responsabilidade, ouvir os setores envolvidos, incentivar o aperfeiçoamento do texto, caso necessário, e construir as condições necessárias para a sua aprovação pelo Congresso Nacional — salientou.

Já foram oferecidas até agora 14 emendas ao texto. Após a análise da comissão, a medida provisória ainda terá de passar por votação, respectivamente, nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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