'DIRETA'

PRIMEIRA-DAMA COBRA QUE FALTA INVESTIMENTOS EM CUIABÁ E QUE EM 8 ANOS NÃO FIZERAM NADA

Primeira-dama disse ainda que o Estado não consegue “cuidar” sozinho da capital

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Foto Jana Pessôa Setasc - MT

A primeira-dama do Estado de Mato Grosso, economista Virgínia Mendes, sem citar diretamente o nome do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), criticou duramente a administração do emedebista à frente da prefeitura de Cuiabá. De acordo com Virgínia, a cidade está há pelo menos 8 anos parada no tempo, período que coincide com o mandato do atual prefeito.

Virgínia em entrevista recente disse que “Quem trabalha em Cuiabá é o Estado. A prefeitura não está trabalhando. Já tem 8 anos que estão aí e não fizeram nada até agora”, disparou Virginia em entrevista na última semana.
Primeira-dama disse ainda que o Estado não consegue “cuidar” sozinho da capital e apontou a necessidade de união entre Executivos Municipal e Estadual. “Estamos cuidando, mas a gente precisa da parceira… A parceria com os municípios é excelente no interior. O interior está andando. Cuiabá ficou parada. Parou no tempo. Infelizmente parou no tempo”.
Virginia deve apoiar a candidatura do deputado estadual Eduardo Botelho (UNIÃO) para a prefeitura de Cuiabá. Na mesma entrevista, ela declarou que ainda não conversou com o parlamentar, mas pontuou que uma de suas ideias é dialogar com o pré-candidato sobre o social de Cuiabá.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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