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Presidente da MTI é nomeado para o Conselho Temático de Inovação e Tecnologia da Fiemt

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A apresentação do presidente como novo membro do Cointec foi realizada na sexta-feira (19.03), durante a reunião mensal da entidade

O diretor presidente da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), Antônio Marcos de Oliveira, foi nomeado para integrar o Conselho de Inovação e Tecnologia (Cointec) da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT). O Conselho atua na formulação de políticas e diretrizes frente aos principais assuntos tecnológicos relacionados ao setor industrial.

A apresentação do presidente como novo membro do Cointec foi realizada na sexta-feira (19.03), durante a reunião mensal da entidade. O diretor vice-presidente da MTI, Cleberson Gomes, também foi nomeado para o cargo de suplente do Conselho.

Formado por empresários da indústria e representantes de entidades, o Cointec tem por objetivo realizar ações que propiciem o fomento de atividades inovadoras e tecnológicas junto ao setor produtivo e industrial de Mato Grosso.

Desde 2015, a MTI participa do Conselho que também visa estimular as indústrias a adotarem modelos de processo de gestão da inovação, articulação de ações junto a organismos de financiamento que viabilizem recursos para projetos de tecnologia e realização de parcerias com universidades, centros de pesquisas e instituições de caráter público e privado visando à adoção de novas tecnologias e conhecimentos.

O diretor presidente da MTI, Antônio Marcos, ressaltou a importância do Conselho, bem como a participação da MTI neste importante espaço.

“O Cointec é uma das representações mais importantes do nosso Estado. Cada uma das suas linhas de atuação e diretrizes dialoga perfeitamente com a missão, valores e visão da MTI. Sabemos da importância do Conselho, sobretudo neste momento em que vivemos, onde necessitamos cada vez mais de serviços e soluções tecnológicas eficientes, integradoras e que possam contribuir para a melhoria de vida do cidadão mato-grossense”.

Cointec

O Cointec é formado por 30 instituições e presidido por Silvio César Pereira Rangel, presidente do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado de Mato Grosso (Sindalcool/MT). Quem ocupa a vice-presidência é Fausto Massao Koga, presidente do Sindicato das Indústrias de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de Mato Grosso (Sindirepa-MT).

 

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Comissão que analisará linha de crédito para motociclistas profissionais é instalada

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O Congresso Nacional instalou nesta segunda (17) a comissão que vai analisar a MP 1.366/2026. Essa medida provisória criou uma linha de financiamento facilitado para motociclistas profissionais que atuam no transporte de passageiros ou em serviços de entrega por aplicativo.

A MP também beneficia taxistas, motoristas de aplicativo e transportadores de pequenas cargas urbanas. A medida provisória atende tanto os trabalhadores autônomos como os que têm carteira assinada.

A senadora Leila Barros (PDT-DF) foi eleita presidente da comissão — que é mista, ou seja, é composta por deputados federais e senadores. A deputada Amanda Gentil (PP-MA) será a relatora do grupo.

Essa medida provisória, que foi editada em 12 de junho, faz parte do Programa Move Brasil, lançado pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito de diferentes segmentos do transporte.

Fundo

A MP 1.366/2026 autoriza o uso de recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis) para financiar:

  • a compra de veículos;
  • a renovação da frota;
  • investimentos para melhorar a atividade de transporte;
  • projetos que aumentem a produtividade;
  • iniciativas de redução das emissões de carbono.

Acesso ao crédito

Ao assumir a presidência da comissão, Leila Barros afirmou que a MP enfrenta uma das principais dificuldades de quem depende de veículos para trabalhar: o acesso ao crédito em condições favoráveis.

— É mais uma iniciativa importante do governo federal, porque enfrenta um problema concreto da vida de milhões de brasileiros: o custo de trabalhar. Estamos falando de motoristas de aplicativos, entregadores, motofretistas, mototaxistas, taxistas e outros profissionais de transporte de passageiros e de cargas. Homens e mulheres que saem de casa todos os dias e que dependem de um carro, de uma motocicleta ou de outro veículo para garantir a sua renda e sustentar as suas famílias — declarou.

Para a senadora, a dificuldade de acesso ao crédito faz com que esses profissionais continuem utilizando veículos mais antigos.

— Quem trabalha com aplicativo sabe como é difícil chegar ao sistema financeiro apresentando uma renda variável e pedir crédito com juros mais razoáveis. Muitas vezes, o resultado é continuar trabalhando com o veículo antigo, que consome mais combustível, exige mais manutenção, oferece menos segurança e compromete uma parcela cada vez maior da renda do trabalhador — ressaltou.

Sustentabilidade

Leila disse que os efeitos da MP vão além da concessão de crédito e envolvem geração de renda, mobilidade urbana, segurança no trânsito e desenvolvimento industrial sustentável.

Isso acontece, segundo ela, porque a medida provisória estimula o uso de veículos que atendem a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.

— Ao incentivar a renovação da frota e criar condições para a ampliação da infraestrutura de recarga e troca de baterias, por exemplo, estamos também preparando nossas cidades para a transição para uma mobilidade de baixo carbono — argumentou.

Tramitação

A senadora prometeu diálogo e agilidade na análise da MP. Segundo ela, a comissão ouvirá os setores envolvidos (por meio de audiências públicas, por exemplo) e analisará possíveis mudanças no texto.

— Como presidente desta comissão, vou trabalhar para que possamos analisar essa medida provisória com responsabilidade, ouvir os setores envolvidos, incentivar o aperfeiçoamento do texto, caso necessário, e construir as condições necessárias para a sua aprovação pelo Congresso Nacional — salientou.

Já foram oferecidas até agora 14 emendas ao texto. Após a análise da comissão, a medida provisória ainda terá de passar por votação, respectivamente, nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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