FUNCIONALISMO

Prefeito Emanuel Pinheiro paga salários de agosto nesta terça

Gestão já realizou antecipação de proventos por treze vezes

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Política

Foto: Luiz Alves - Secom Cuiabá

A gestão Emanuel Pinheiro paga,  na terça-feira (31), a folha salarial referente ao mês de agosto de 2021 aos mais de 16 mil colaboradores da Prefeitura de Cuiabá.  De janeiro de 2017 até agosto de 2021 (em 56 meses da administração de Pinheiro), o pagamento dos servidores públicos nunca sofreu atraso ou foi escalonado. Pelo contrário, por treze vezes o Executivo conseguiu até mesmo antecipar a folha salarial para os dias 28 e 29 dos meses. Em fevereiro de 2020, a boa gestão possibilitou a quitação da folha em 21 de fevereiro.

O tratamento respeitoso adotado com aqueles que ajudam a administrar a capital mato-grossense estende-se ainda aos aposentados e pensionistas do Cuiabá-Prev, que dedicaram longos anos de suas vidas para servir à população cuiabana. 

Na terça-feira, a economia na capital mato-grossense irá receber o fomento de R$ 69 milhões, valor destinado para quitação da folha salarial de agosto de 2021. 

Em 2020, mesmo com as  medidas severas em decorrência da maior crise sanitária já conhecida, a Prefeitura de Cuiabá honrou rigorosamente o compromisso evitando assim que os segmentos econômicos já tão penalizados pela pandemia causada pelo Coronavírus fosse ainda mais atingido.

A boa gestão financeira do município de Cuiabá, é traduzida ainda na execução de serviços na cidade. “Nunca se registrou uma gestão com tantas obras executadas.  Entregamos dois viadutos (José Maria Barbosa, o Juca do Guaraná e ainda o Murilo Domingos). Isso sem contar, que estamos em ritmo acelerado na maior obra estruturante da cidade, o Contorno Leste. Eu jamais me canso de dizer, que a capital mais charmosa do país, conta com uma gestão responsável que investe no que existe de mais importante: o capital humano. E seguiremos assim, melhorando a cada dia para os que mais precisam”, asseverou Emanuel Pinheiro.

Relembra ainda que é necessário manter o respeito aos servidores públicos, fortalecendo a harmonia. Destaca ainda que conquistas das mais distintas categorias também são respeitadas.

“O diálogo é a marca da minha gestão. Carrego o orgulho de ter o servidor como meu parceiro. Valorizamos aqueles que estão do nosso lado e nos ajudam a construir uma Cuiabá mais digna e melhor para cada cidadão. O servidor público é o braço direito de qualquer gestor e isso precisa ser honrado. Uma das formas de fazer esse discurso se valer na prática é tendo esse compromisso com a folha salarial em dia”, comenta o prefeito.

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Política

Retrospectiva: novo piso salarial dos professores foi destaque entre aprovações da Câmara na área de educação

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No primeiro semestre deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1334/26, que criou uma nova regra de reajuste do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. O texto, também aprovado no Senado, foi convertido na Lei 15.437/26.

A norma determina que, a partir de janeiro de 2026, o reajuste será baseado na soma:

  • da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior (no caso, 2025); e
  • de 50% da média da variação percentual da receita real de cinco anos anteriores (de 2021 a 2025, no caso de 2026) vinda de estados, Distrito Federal e municípios para compor o Fundeb.

A variação real corresponde ao que ficou acima do INPC no período.

A regra também valerá para profissionais contratados por tempo determinado.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o reajuste do piso em 2026 foi de 5,40%. Esse percentual reúne o INPC de 2025, de 3,90%, e um ganho real de 1,50%.

O piso nacional passou de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 em janeiro de 2026.

INSS de bolsistas
Na área de educação, os deputados também aprovaram o Projeto de Lei 2950/15, que torna obrigatória a participação do bolsista de pós-graduação como contribuinte individual da Previdência Social para fins de acesso a benefícios como aposentadoria e auxílios.

De autoria do ex-deputado Davidson Magalhães (BA), o texto aprovado pela Casa foi relatado pelo deputado Ricardo Galvão (Rede-SP) e está em análise no Senado.

A contribuição assegurará, por exemplo, cobertura previdenciária em situações de doença, maternidade e incapacidade temporária. Além disso, possibilita a contagem do tempo dedicado à pesquisa para fins de aposentadoria.

A contribuição a ser recolhida pela instituição cedente da bolsa será de 11% sobre um salário mínimo (atualmente R$ 1.621,00).

Com essa alíquota, o acesso à aposentadoria será somente por idade, atualmente em 62 anos para mulher e 65 anos para homem.

Caso deseje aposentadoria por tempo de contribuição ou que o tempo possa ser aproveitado para se aposentar por algum regime próprio de servidores públicos, o interessado deverá complementar a contribuição recolhida pela instituição com mais 9% sobre a base de cálculo, a fim de totalizar 20% de recolhimento.

Escolas sustentáveis
O Programa Nacional de Escolas Resilientes e Sustentáveis foi aprovado pela Câmara dos Deputados para ajudar na adaptação às mudanças climáticas e no uso de recursos naturais.

Pedro Ventura/Agência Brasília

Deputados aprovaram programa que incentiva ações sustentáveis nas escolas

De autoria do deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), o Projeto de Lei 2841/24 foi relatado pela deputada Socorro Neri (PP-AC) e tramita agora no Senado.

O texto prevê ações como:

  • a instalação, a manutenção e a melhoria dos sistemas de drenagem, ventilação e climatização;
  • utilização de sistemas de energia renovável e equipamentos eficientes; e
  • uso racional da água, da energia e gestão de resíduos.

Outras medidas incluem a arborização para evitar incidência solar e diminuir a temperatura média no ambiente, além de reformas e melhorias estruturais para aumentar a resistência das edificações a eventos climáticos extremos.

Cultura nas escolas
A Câmara dos Deputados aprovou ainda no primeiro semestre, a política nacional “Mais Cultura nas Escolas”, objeto do Projeto de Lei 533/24, em análise hoje no Senado.

De autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a proposta foi aprovada com a relatoria do deputado Tarcísio Motta, prevendo parceria entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios com a sociedade civil no setor da cultura.

Segundo o texto, a União deverá apoiar os outros entes federativos na elaboração de um plano de atividade cultural anual para as escolas públicas de educação básica.

Para viabilizar a execução dos planos, poderão ser utilizados os moldes operacionais e regulamentares do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).

Cada plano deverá conter as ações, as metas, o cronograma de execução e a previsão de início e término das atividades, envolvendo bens e serviços necessários à realização das atividades artísticas, culturais e pedagógicas previstas.

Números do semestre
No total, foram aprovados no primeiro semestre de 2026, pelo Plenário, 118 projetos de lei, 9 projetos de lei complementar, 20 medidas provisórias, 12 projetos de decreto legislativo, 5 projetos de resolução e 4 propostas de emenda à Constituição.

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Marcelo Oliveira



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