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Polícia Civil cumpre mandados contra investigado por coagir e intimidar delegado em Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, em Cuiabá, nesta terça-feira (13.7), a Operação Autoritas, para cumprir três ordens judiciais contra um homem de 41 anos, investigado por coação processual e ameaça contra um delegado. Ele também é réu pela suposta prática do crime de organização criminosa.

De acordo com as investigações, após se tornar réu, o investigado passou a monitorar a rotina do delegado responsável pelas apurações que resultaram em seu indiciamento.

O homem também monitorou a rotina da esposa do delegado, de seu filho e de outros familiares, inclusive menores de idade, com o propósito de intimidar a autoridade policial e interferir na ação penal à qual responde na Justiça.

Foram autorizados o cumprimento de um mandado de prisão e de dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá. O suspeito não foi localizado e encontra-se foragido. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Toda a ação foi desencadeada por policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

O nome da operação, “Autoritas”, faz referência à autoridade legítima do Estado, representada pelos agentes públicos no exercício de suas funções.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Blairo e Eraí Maggi articulam nome de Avalone para vaga no TCE-MT

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A disputa por uma possível vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos atores nos bastidores políticos. Os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi teriam entrado nas articulações para apoiar o deputado estadual Carlos Avalone (PSDB) na disputa por uma cadeira na Corte.

A movimentação ocorre em meio às conversas sobre uma possível aposentadoria de um dos conselheiros do Tribunal. Além de Avalone, os deputados Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho também são citados entre os nomes interessados na vaga, cuja indicação cabe à Assembleia Legislativa.

De acordo com as informações divulgadas, a intenção dos empresários seria fortalecer o nome de Avalone para ocupar a cadeira caso ela seja aberta. O deputado foi reeleito neste ano e, se escolhido pelo Legislativo, ainda precisaria passar pelos procedimentos de aprovação e nomeação para assumir o cargo.

Uma eventual saída de Avalone da Assembleia provocaria mudanças na composição da bancada do PSDB. Nesse cenário, quem poderia retornar ao Parlamento seria Juca do Guaraná, primeiro suplente da legenda nas eleições deste ano.

A articulação atribuída aos Maggi acrescenta mais um grupo de influência à disputa, que também envolve interesses relacionados à permanência de outros parlamentares na Assembleia. Aliados de Júlio Campos, por exemplo, defendem a indicação de Dilmar Dal Bosco ao TCE-MT, o que abriria caminho para o retorno de Júlio ao Legislativo como suplente.

Apesar das movimentações, ainda não há confirmação de que a vaga será aberta nem de que algum dos nomes citados será escolhido. As conversas permanecem no campo das articulações políticas, enquanto a definição depende dos próximos desdobramentos no Tribunal de Contas e na Assembleia Legislativa.



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