DISPUTA ALENCASTRO

Pesquisa Percent aponta Botelho disparado com 34,8% em 1º lugar, 2º lugar tem 22,8%

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 26 de abril de 2024 e ouviu 1.200 pessoas no perímetro urbano e rural de Cuiabá.

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Política

Crédito deputadoeduardobotelho.com.br

Deputado Eduardo Botelho (União), presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), desponta disparado em mais uma pesquisa de intenções de votos pela prefeitura de Cuiabá, com 34,5% dos votos na pesquisa estimulada, para as eleições de outubro. Esses dados são da Pesquisa Percent e foi divulgada nesta terça-feira (30) pelo Portal O Documento e TV Cuiabá.

Sendo que em segundo lugar, aparece o deputado federal Abilio Brunini (PL), com 22,8%, ou seja, com uma diferença de 11,7% do primeiro colocado. Já o deputado estadual, Lúdio Cabral (PT), aparece em terceiro, com 11,7%, seguido de Juca do Guaraná (MDB) que tem 5,2%. O vice-prefeito José Roberto Stop (PV) tem 4,1% das intenções de votos e, por último, surge Reginaldo Teixeira, do Novo, com 1,3%. Nulos e brancos somam 5,2% e os indecisos representam 13,8% da população cuiabana. Outros 1,3% dos entrevistados não souberam responder.

Pesquisa espontânea 

Na pesquisa espontânea, aquela em que não são apresentados os nomes dos candidatos, o eleitorado de Cuiabá também coloca Botelho na liderança. O chefe do legislativo conta com 23,5% das intenções de votos, enquanto Abílio tem a preferência de 12,5% dos entrevistados, seguido de Lúdio com 5,8%. Juca do Guaraná, com 2,3%, José Roberto Stopa com 1,6% e Reginaldo Teixeira com 0,2%. Nulos e brancos representam 1,4% e os indecisos representam 48,8% dos entrevistados, enquanto 3% não quiseram responder.

Outros cenários

O instituo também simulou cenários de pesquisas sem determinados candidatos, já que neste período nem todos estão confirmados. Numa pesquisa sem o nome do vice-prefeito Stopa e sem Reginaldo, Botelho lidera com 36,3%, enquanto Abílio tem 23,3% das intenções de votos, seguido de Lúdio com 12,3% e Juca do Guaraná com 5,9%. Nulos e Brancos somam 5,9%. O número de indecisos é de 14,5%, enquanto 1,8% dos entrevistados não responderam.

Já em uma disputa sem a participação do petista e também do candidato do Novo, Botelho chega a 38% das intenções de votos, enquanto Abílio tem 23,7%, seguido de Juca que tem 6% e Stopa aparece em último com 4,3%. Nulos e Brancos somam 7,7, enquanto o número de indecisos para 18,8%. E 1,6% não responderam.

E numa disputa apenas entre Botelho, Abílio e Lúdio, o presidente da AL-MT lidera com 38,1%, enquanto Abílio vai a 24,1% e o petista atinge a preferência de 13,4% do eleitorado. Os votos Nulos e Brancos somam 6,8%, e os indecisos representam 15,2% dos entrevistados e 2,4% não responderam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 26 de abril de 2024 e ouviu 1.200 pessoas no perímetro urbano e rural de Cuiabá. A margem de erro é de 2,8% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,0%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-02633/2024.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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