ELEIÇÕES 2024

Pelo menos 5 deputados pleiteiam candidaturas a prefeito em 2024

Já se sabe que além de Cuiabá, parlamentares se organizam para disputar prefeituras no interior do Estado.

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Nas articulações de bastidores da política do parlamento mato-grossense, comentários apontam que pelo menos 5 deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), planejam a disputa municipal de 2024. Já se sabe que além de Cuiabá, parlamentares se organizam para disputar prefeituras no interior do Estado.

Em Cuiabá, o presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (União), busca viabilizar sua candidatura à sucessão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), no Palácio Alencastro. Só que existe uma disputa interna e que se arrasta há alguns meses no União Brasil, entre o parlamentar que trava uma disputa interna contra o deputado federal Fábio Garcia e, aguarda apenas a definição por parte da legenda para consolidar o seu projeto político.

Já no município vizinho, em Várzea Grande, o nome ventilado é o do deputado Fábio Tardin (PSB). Ele foi presidente da Câmara Municipal da cidade e conseguiu uma vaga no parlamento estadual nas últimas eleições. Embora “desconverse” sobre o assunto, o político tem o aval do partido para assumir o protagonismo na Cidade Industrial.

No interior do estado, os deputados estaduais Cláudio Ferreira (PL) e Thiago Silva (MDB) se projetam para a disputa pela Prefeitura de Rondonópolis (215 km ao Sul). Os parlamentares se apresentam como pré-candidatos da “direita” para ampliar a popularidade no município, que atualmente é gerido por Zé Carlos do Pátio (PSB), simpatizante de Lula.

Nas articulações também figura o líder do governo no Legislativo, deputado Dilmar Dal Bosco (União). Ele poderá ser candidato a prefeito em Sinop (279 km de Cuiabá). O parlamentar tem sido “encorajado” por lideranças e poderá deixar o União Brasil para encabeçar a disputa pelo recém-criado PRD (Partido Renovação Democrática) em Mato Grosso.

 

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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