CASA DE APOIO

MISSÃO DA CASA DE SARITA EM VG: TRANSFORMAR VIDAS E SE TORNAR REFERÊNCIA ESTADUAL EM ATENDIMENTO

Instituição genuinamente de VG, visa ajudar para que o futuro das mulheres e seus familiares sejam resguardados e tenham resultados

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Política

Prefeitura de Várzea Grande

A Casa de Sarita foi criada para reunir todos os serviços de interesse da mulher e de sua família, visando resguardar sua vida e condição, além de acompanhar aquelas vítimas de qualquer tipo de violência e dar sequência à sua vida.

A instituição funciona em prol das mulheres em situação de vulnerabilidade, foi reconhecida e homenageada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Eduardo Botelho. Toda a equipe que trabalha na unidade também recebeu sua Moção de Aplauso pelos relevantes serviços prestados, mesmo sendo recente seu funcionamento.

Durante a cerimônia, Botelho expressou seu desejo de expandir o projeto para a capital e outros municípios do estado, elogiando a iniciativa como única e digna de se tornar referência, pelos resultados atingidos, mesmo com menos de um ano de funcionamento.

A Casa de Sarita, idealizada pela primeira-dama de Várzea Grande e promotora de Justiça, Kika Dorileo Baracat, tem como objetivo apoiar, capacitar e proporcionar autonomia às mulheres, por meio de ações sociais, de saúde, educacionais voltadas para o empreendedorismo e profissionalização. Durante o evento, a esposa do deputado e coordenadora da Assembleia Social, Sônia Meira Botelho, destacou a energia e o cuidado únicos oferecidos pela Casa de Sarita, ressaltando a importância de replicar essa iniciativa em outros municípios.

“Conhecer a Casa de Sarita foi um divisor de águas para mim. A energia única e o cuidado excepcional que permeiam cada ação dessa instituição são inspiradores. Ao vivenciar de perto o trabalho desenvolvido pela equipe, percebi que não se tratava apenas de um local de atendimento, mas sim de um verdadeiro centro de transformação e empoderamento para as mulheres em situação de vulnerabilidade. Este é um projeto que merece ser reconhecido e replicado em todo o estado. Acredito no potencial de iniciativas como o Elas Empreendem, que não só capacitam, mas também proporcionam independência financeira e social às mulheres. A Casa de Sarita é um exemplo a ser seguido, e tenho a convicção de que continuará impactando positivamente a vida de muitas mulheres, promovendo mudanças significativas em nossa sociedade.”, declarou Sônia Meira Botelho.

O deputado Botelho elogiou a instituição e a primeira-dama do município Kika Dorileo Baracat pelo trabalho e o prefeito Kalil Baracat por inovar e homenagear sua avó Sarita Baracat, exemplo de mulher pioneira. “Eu não conhecia a iniciativa, minha esposa me falou, vim hoje conhecer e realmente é um projeto único que deve se tornar referência,” afirmou o deputado e presidente do Poder Legislativo que não apenas reconhece dos esforços da Administração Municipal de Várzea Grande, como também quer ampliar este tipo de ação e resultado para todas as cidades de Mato Grosso.

“É com imensa satisfação que testemunho o impacto positivo que a Casa de Sarita tem em nossa comunidade. Este projeto, idealizado pela primeira-dama, não apenas atende, mas transforma vidas. Ver a iniciativa sendo reconhecida e celebrada é motivo de orgulho para toda a cidade. O trabalho incansável da equipe e a dedicação da Casa de Sarita em oferecer apoio integral, capacitação e autonomia às mulheres em situação de vulnerabilidade são louváveis. Como gestor municipal, apoio e incentivo iniciativas como esta, que não só acolhem, mas também dão autonomia às mulheres. Parabenizo a todos envolvidos e reforço meu compromisso em continuar inovando e investindo em projetos que promovam o bem-estar e a igualdade em nossa comunidade”, declarou o prefeito Kalil Baracat.

Já a primeira-dama de Várzea Grande e promotora de Justiça, Kika Dorileo Baracat, pontuou: “A Casa de Sarita é um sonho que se tornou realidade, fruto do comprometimento e do desejo de fazer a diferença na vida das mulheres em nossa comunidade. Acredito profundamente na capacidade de transformação que a educação, o apoio social e o empreendedorismo podem proporcionar. Ao idealizar este projeto, buscamos não apenas atender, mas apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade, oferecendo oportunidades reais de crescimento e independência. Ver o reconhecimento desse trabalho é emocionante e representa não só o êxito da Casa de Sarita, mas o sucesso coletivo de uma comunidade unida em prol do bem comum. A homenagem para as mulheres que trabalham nesse projeto também é especial e agradeço ao deputado e sua esposa. Este é apenas o começo, e continuaremos trabalhando incansavelmente para sermos uma referência nacional em atendimento à mulher, promovendo uma sociedade mais justa e igualitária”, disse.

O prefeito Kalil Baracat sinalizou que a Casa de Sarita foi concebida para o momento posterior às dificuldades, a crise enfrentada pelas mulheres e seus familiares, por qualquer motivo. “O socorro imediato é essencial, mas estamos também preocupados nos pós crise, ou seja, na oportunidade para que as mulheres e seus familiares não fiquem a mercê de questões financeiras, de pressão dos chefes de família e possam juntamente com o Poder Público Municipal encontrar o caminho a ser seguido e que ele seja de sucesso e de vida nova”, disse o prefeito Kalil Baracat.

Ele sinalizou que na mesma proporção que o Poder Público em todas suas esferas deve atuar para evitar a violência doméstica, tem por outro lado que buscar meios e maneiras de ajudar a vencer os obstáculos neste novo momento.

A Casa de Sarita – é uma unidade multidisciplinar que oferece uma variedade de serviços destinados também a jovens a partir dos 14 anos. Além de atendimento psicológico especializado, a instituição oferece terapias integrativas, como reiki, auriculoterapia, acupuntura e Florais de Bach, visando o equilíbrio do corpo e da mente. Oficinas de empreendedorismo social, como automaquiagem e costura criativa, capacitam as adolescentes, proporcionando oportunidades para o desenvolvimento de habilidades.

A abordagem holística da Casa de Sarita busca equilibrar mente, corpo e espírito, proporcionando às mulheres um acolhimento integral. Uma equipe de profissionais de psicossocial que realiza um atendimento social, incluindo suporte prático e afetivo.

A Casa de Sarita preza pelo acolhimento integral das mulheres. Uma equipe de profissionais de psicossocial recebe as mulheres calorosamente, realizando um atendimento social para entender suas necessidades específicas. Isso inclui verificar se elas necessitam de algum benefício socioassistencial ou se são beneficiárias de programas de transferência de renda. A integridade do acolhimento inclui não apenas o suporte prático, mas também o afeto, carinho e afetividade.

Como acessar os serviços – é necessário comparecer com um responsável legal. A documentação necessária inclui o documento pessoal da adolescente e o número do NIS atualizado. Com esses documentos em mãos, a equipe de atendimento psicossocial da Casa de Sarita está pronta para fornecer o apoio necessário e os serviços adequados a cada adolescente na Av. Presidente Artur Bernardes, 1332 – Vila Ipase, Várzea Grande.

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CDH aprova garantia de acessibilidade para mulher surda em consultas e exames

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A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (24) projeto de lei que assegura a mulheres surdas recursos de acessibilidade durante consultas, exames e demais procedimentos de saúde. O PL 559/2026, da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), recebeu parecer favorável da relatora, senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), e segue para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

O texto altera a Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080, de 1990) para incluir medidas de acessibilidade, tecnologias assistivas e de apoio à comunicação — incluindo intérprete da língua brasileira de sinais (Libras) — nos atendimentos. O objetivo é garantir a compreensão plena da paciente sobre sua condição de saúde, para qualificar o cuidado e a tomada de decisão.

Segundo Damares Alves, a iniciativa busca suprir a lacuna normativa identificada após a edição da Lei 14.737, de 2023, que ampliou o direito ao acompanhante em serviços de saúde. Para a senadora, embora tenha representado avanço na humanização do atendimento, essa norma não teria contemplado, de forma específica, as necessidades das mulheres com deficiência, que abrangem uso de tecnologias assistivas (como aplicativos de tradução de Libras), apoio humano e materiais em linguagem simplificada, além da possibilidade de levar intérprete de sua confiança.

Já Mara Gabrilli ressaltou que a literatura especializada aponta como principal barreira enfrentada por pessoas surdas no acesso aos serviços de saúde a comunicação com os profissionais, em razão da ausência de intérpretes e da insuficiente capacitação em Libras. 

— No caso das mulheres surdas, essas dificuldades se intensificam em atendimentos que envolvem maior vulnerabilidade, como os de natureza ginecológica e obstétrica, nos quais a ausência de comunicação adequada pode afetar a autonomia da mulher e a qualidade do cuidado. 

Mara ainda lembrou que a língua brasileira de sinais é língua oficial no Brasil e que o projeto também tem o objetivo de incentivar profissionais de saúde a aprenderem essa linguagem. 

Audiências públicas

A comissão também aprovou requerimentos da senadora Damares Alves para a promoção de cinco audiências públicas. A CDH deve discutir, juntamente com a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), a situação de pessoas com colangite biliar primária (CBP) no Brasil (REQ 94/2026 – CDH). A CBP é uma doença crônica inflamatória autoimune que afeta os ductos biliares intra-hepáticos, levando à colestase, fibrose, cirrose e, em estágios avançados, à insuficiência hepática.

Também foram aprovadas audiências públicas das duas comissões para debater políticas públicas para atendimento da insuficiência adrenal, quando as glândulas suprarrenais não produzem hormônios adequadamente (REQ 95/2026 – CDH); e o acesso a tratamentos de pessoas com síndrome SYNGAP1 (que afeta o desenvolvimento do cérebro) e outras síndromes genéticas raras (REQ 97/2026 – CDH). 

A comissão aprovou ainda debates sobre a política de cuidado da doença de Huntington (REQ 99/2026 – CDH), um distúrbio neurodegenerativo; e a situação das crianças diagnosticadas com leucodistrofias, grupo de doenças que afetam o sistema nervoso central (REQ 98/2026 – CDH). 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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