HOMENAGENS FÚNEBRES

MICHELLE BOLSONARO, AMIGOS, POLÍTICOS E FAMILIARES SE DESPEDEM DE AMÁLIA BARROS; VEJA VÍDEO

Deputada Amália Barros (PL) estava internada desde o dia 1º de maio no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após sofrer, faleceu após sofrer uma parada cardiovascular

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Foto Reprodução Portal Cidade

Familiares, amigos e políticos prestam suas últimas homenagens à deputada federal Amália Barros (PL), durante o velório realizado na Estação Educação, em Mogi Mirim (SP).

As homenagens de despedida a parlamentar começaram na tarde deste domingo (12) e segue até essa segunda-feira (13), quando o corpo da parlamentar será enterrado pela manhã. Entre os presentes na despedida, além de políticos de Mato Grosso, está a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), amiga de Amália e responsável por inserir a deputada na carreira política.

Apesar de ser enterrada na sua cidade natal, o corpo de Amália será sepultado com uma lembrança de Mato Grosso. Colegas de bancada, como as deputadas federais Coronel Fernanda (PL), Gisela Simona (União) e o senador Wellington Fagundes (PL) foram até a cidade do interior paulista e estenderam uma bandeira do Estado no caixão.
Ainda de Mato Grosso, Abílio Brunini (PL) esteve presente, com outros parlamentares de direita, como o deputado Zé Trovão (PL-SC) e o senador Magno Malta (PL-ES), que contrariou a orientação dos médicos e apareceu no local usando uma cadeira de rodas, por conta  de uma cirurgia feita no dia 22 de abril para implante de uma prótese no joelho.
Conforme informações, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira,  (PP) estará presente no sepultamento da deputada, que deve ocorrer no Cemitério Municipal da Saudade em Mogi Mirim.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que lamentou a morte nas suas redes sociais, não esteve no velório porque está internado no hospital Vila Nova Star (SP), sem previsão de alta, para tratar de uma infecção na pele, em sua perna esquerda.
Amália ocupava a vice-presidência do PL Mulher e era muito próxima da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que compartilhou nas suas redes um registro feito durante o velório.
A morte
Deputada Amália Barros (PL) estava internada desde o dia 1º de maio no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após sofrer, faleceu após sofrer uma parada cardiovascular, durante intervenção cirúrgica de risco com uma equipe medica dos Estados Unidos (EUA) para tentar liberar o fluxo sanguíneo para o fígado.   A morte foi confirmada pouco após a meia-noite (horário de Mato Grosso).
Nos últimos dias, Amália sofreu disfunção hepática grave, disfunção renal em diálise e alteração na coagulação sanguínea com tendência a sangramentos. Conforme divulgado no sábado (11), a equipe médica que acompanhava Amália passou a avaliar a possibilidade de transplante de fígado, caso as complicações vasculares não fossem resolvidas.
Desde que foi internada, Amália precisou passar por uma série de intervenções cirúrgicas. A primeira foi necessária para a retirada de um nódulo no pâncreas. Na quinta-feira (09), ela passou por um procedimento adicional de radiointervenção – especialidade médica, antiga subespecialidade da Radiologia, que se utiliza de procedimentos minimamente invasivos guiados pelos diferentes métodos de imagem para diagnosticar e tratar doenças em praticamente todos os órgãos do corpo humano.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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