Política
Mendes diz que vai conversar com seu braço direito
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O governador de Mato Grosso Mauro Mendes (DEM), declarou que irá “conversar muito” com o vice-governador do estado, Otaviano Pivetta (sem partido), que anunciou publicamente a sua vontade de deixar a política depois do término da atual gestão em 2022.
Por duas vezes Pivetta precisou substituir Mendes nos últimos meses e também há o trabalho desempenhado nesse período, o governador mencionou a parceria diária e confiança que entre os dois.
“Tenho um apreço muito grande por ele, um respeito muito grande por tudo o que ele fez como homem público e por tudo o que ele faz dentro do governo. Nos ajuda no dia a dia em várias secretárias de uma maneira muito respeitosa, muito tranquila, e nós vamos conversar muito sobre isso antes que qualquer decisão possa ser tomada”, completou Mendes, ontem (1º), na apresentação dos resultados dos três anos à frente da administração do atual governo.
O governador assim como Pivetta, migrou do segmento privado para o político e admite que a rotina é cansativa. O democrata disse que ainda irá “conversar muito” com o vice-governador, Otaviano Pivetta (sem partido), que anunciou publicamente a sua intenção de deixar a política no final atual gestão em 2022, o governador mencionou a parceria diária e confiança que entre os dois.
“O Pivetta é uma pessoa que tem muitas qualidades, uma pessoa que deu muita contribuição a vida púbica. Quem faz vida pública com seriedade, isso de alguma forma exige muito esforço, muita determinação, muita abnegação, isso cansa também. É natural que as pessoas de bem queiram e tenham o direito de ir par casa”, completou.
Mas o jogo político aponta para um novo rumo, diferente do anunciado por Pivetta a mais de um ano. Diversos partidos estão de olho no vice-governador e querem tê-lo filiado e se possível candidato a um dos cargos eletivos no próximo pleito.
Mendes tem como braço direito o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, ele as eleições e governou o município por dois períodos: 1997-2004 e 2013-2016. E também é fundador do grupo Terra Santa Agro, um dos maiores produtores de grãos do Brasil.
Política
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
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