DISPUTA ALENCASTRO

MAURO MENDES MERGULHA TOTALMENTE NA CAMPANHA DE BOTELHO AO ALENCASTRO

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Política

AL-MT

As redes sociais são tomadas por vídeos mostrando o alinhamento do governador Mauro Mendes com o seu candidato a prefeito de Cuiabá, deputado Eduardo Botelho

O governador Mauro Mendes (União), demonstrando lealdade ao partido e, através de dedicação hercúlea, vem se empenhando progressivamente, na campanha de prefeito de Cuiabá do deputado estadual Eduardo Botelho (União) nas redes sociais. Não é só pelas qualidades de Botelho, claro, tem também o seu interesse eleitoral: porque vencer em Cuiabá é vital para fortalecer a sua candidatura ao Senado em 2026. Nessa campanha, Mauro está à vontade para mostrar as obras e ações exclusivas que o governo faz em Cuiabá, colocando o atual prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) como um sujeito incapaz de realizar alinhamentos por causa das brigas políticas entre ambos.

Os vídeos publicados nas redes sociais e em matérias jornalísticas feitas com aliados, ou melhor, com alinhados, mostram claramente que o alinhamento político do governador com o atual presidente da Assembleia pode ser um bom negócio para os cuiabanos. A rixa cultivada com afinco contra o seu desafeto político, o atual prefeito Emanuel Pinheiro, tal como a pré-candidatura do deputado federal Fábio Garcia, atual secretário da Casa Civil, são páginas viradas. O futuro de Mauro chama-se Botelho.

 

 

 

 

 

 

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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