PROJETO CUIABÁ

MAURO E BOTELHO: UNIÃO E TRABALHO

Botelho agradeceu a confiança depositada pelo presidente regional do partido, governador Mauro Mendes e demais membros da legenda, ao seu projeto de disputar o Palácio Alencastro.     

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Política

Crédito AL-MT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União), em clima de justa comemoração pela indicação oficial do Partido União Brasil, como o pré-candidato representante da legenda para a disputa da Prefeitura de Cuiabá, nas eleições de outubro próximo, agradeceu a confiança depositada pelo presidente regional do partido, governador Mauro Mendes e demais membros da legenda, ao seu projeto de disputar o Palácio Alencastro.

Mauro questionou

Segundo Botelho, Mauro Mendes, na última reunião para se tratar da questão para se definir qual seria o escolhido, quis saber sobre sua proposta de administração, o qual, prontamente respondeu, que sua palavra de ordem será ‘consertar Cuiabá’.

“É uma das coisas que o governador conversou comigo. Se eu faria uma gestão técnica para realmente arrumar Cuiabá. Aí eu disse: o senhor conhece o meu perfil, o senhor sabe da minha origem, me conheceu na iniciativa privada. Sabe da minha determinação, como que é para realmente trabalhar para equilibrar as contas. Mauro disse, olha, nós não podemos mais ter uma administração desastrosa”.

Botelho vem afirmando de que sua postura já demonstra que irá fazer totalmente diferente do que Emanuel vem fazendo, já que nunca o procurou para pedir apoio, e que as pesquisas mostram que o eleitor cuiabano não quer a continuidade da atual gestão.

União Brasil Forte e Unido em torno de um Projeto Vencedor

A definição do deputado Eduardo Botelho como pré-candidato oficial do União Brasil na disputa em Cuiabá nas eleições desse ano, traduz e apresenta tal como se fosse uma readequação de forças do próprio partido, do que almeja para essas eleições. Porque o projeto do deputado Eduardo Botelho já nasce hegemônico, porque consegue unir numa mesma corrente política, atualmente, o principal político de Mato Grosso, que é o chefe do executivo estadual, governador Mauro Mendes, que entende o momento e está caminhando firme ao lado do presidente do legislativo estadual, deputado Eduardo Botelho, em seu projeto político para Cuiabá.

Mauro consultou lideranças do União antes de escolher Botelho

Mauro Mendes antes de escolher o deputado Eduardo Botelho, como o pré-candidato oficial do União Brasil, consultou caciques da legenda. Sendo que uma dessas lideranças foi o senador Jayme Campos, entusiasta declarado do chefe da AL-MT. Político experiente, o congressista defendeu o que seria mais lógico, expressando ao governador que Botelho teria mais chances de ser eleito diante da “boa avaliação nas pesquisas internas”.

“Ele me ligou na sexta-feira fazendo algumas indagações e perguntando qual era a minha opinião em relação ao Fábio e Botelho. Eu externei minha opinião, os dois são meus amigos. Até fico constrangido em externar algo sobre eles, mas, se formos analisar quem tem mais apoio, nesse caso seria o Botelho”, disse o senador Jayme Campos.

Dilmar diz que escolha de Mendes por Botelho foi a ‘decisão mais lógica’ pensando no futuro do União  

                                                                             

O líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dilmar Dal Bosco (UNIÃO), afirmou nesta quinta-feira (15) que a preferência do governador Mauro Mendes em escolher o deputado Eduardo Botelho (UNIÃO) como candidato do União Brasil à Prefeitura de Cuiabá “foi a decisão mais lógica”. Após meses de indefinição, Mendes, que é presidente estadual da sigla, comunicou nesta manhã que o nome a concorrer ao Palácio Alencastro nas eleições de outubro será o comandante da Casa de Leis.
“Eu sei que é difícil para o governador Mauro Mendes a decisão, porque são dois amigos que ele tem, Fábio Garcia que sempre esteve ao lado dele, tanto lá na prefeitura de Cuiabá, como secretário de gabinete dele e agora faz um brilhante trabalho na Casa Civil, mas  essa decisão talvez seja a mais lógica que poderia ser tomada”,  pontuou Dilmar.
Dilmar lembrou que já vinha tratando desse assunto com chefe do Executivo desde meados de 2023 e, segundo ele, as conversas se intensificaram nos últimos meses do ano passado e início deste ano.

“Estamos no governo do Estado, temos um senador, dois deputados federais e quatro deputados estaduais. E na próxima eleição temos a possibilidade de ter, talvez, uma candidatura ao governo ou dois candidatos ao Senado da República. Mas nós temos que pensar no projeto maior que é o União Brasil. Esse é o projeto que temos que avaliar”, disse Dilmar.
“Nos últimos dias eu ponderei sobre o governo do Estado, com harmonia que temos com a Assembleia, os Poderes e eu acho que influenciou muito foi pensar num projeto futuro para o nosso partido”, finalizou.

 

 

 

  

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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